Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Governo Central tem superávit de R$ 76,539 bi, maior para janeiro da série

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Com forte alta na arrecadação de tributos, as contas do Governo Central, que reúnem Tesouro Nacional, Banco Central e INSS, registraram em janeiro o maior superávit para o mês desde o início da série histórica, em 1998. A diferença entre as receitas e as despesas ficou positiva em R$ 76,539 bilhões no mês passado. Em janeiro de 2021, havia sido positivo em R$ 43,505 bilhões.

No acumulado de 12 meses até janeiro, o resultado ainda é negativo em R$ 9,7 bilhões, equivalente a apenas 0,02% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta fiscal de 2022 admite um déficit primário de até R$ 170,5 bilhões nas contas do Governo Central, mas o governo espera um rombo muito menor, inferior a R$ 100 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O desempenho em janeiro ficou dentro do intervalo das expectativas na pesquisa feita pelo Projeções Broadcast, cujo intervalo ia de superávit de R$ 32,20 bilhões a R$ 84,50 bilhões. A mediana era positiva em R$ 63,90 bilhões.

Em janeiro, as receitas tiveram alta real de 17,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já as despesas subiram 2,2%, já descontada a inflação.

Composição

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As contas do Tesouro Nacional - incluindo o Banco Central - registraram um superávit primário de R$ 92,549 bilhões em janeiro, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro.

Já o resultado do INSS foi um déficit de R$ 16,010 bilhões no mês passado.

As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 64 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Teto de gastos

As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram 10,6% em janeiro , segundo o Tesouro Nacional. Pela regra do teto vigente, o limite de crescimento das despesas para este ano é de 15,2%.

A PEC dos Precatórios aprovada no ano passado alterou a metodologia de cálculo do teto de gastos, passando a usar a inflação de janeiro a janeiro como balizador do limite de despesas a partir deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com limites mais altos devido à escalada da inflação no ano passado, todos os órgãos têm uma execução folgada em relação ao teto.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV