Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Gasto tributário triplicou em 10 anos e isso é disfuncional, diz Haddad

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a criticar nesta terça-feira o crescimento do gasto tributário nos últimos anos. De acordo com ele, o gasto tributário triplicou nos últimos 10 anos, o que, na sua avaliação, é disfuncional. "O gasto tributário triplicou nos últimos dez anos e isso é disfuncional", disse Haddad ao participar do 10º Brazil Investment Forum, do Bradesco BBI, realizado nesta terça-feira em São Paulo.

E acrescentou: "O caminho é o limite de gastos, revisão de gastos tributários e uma reforma tributária neutra."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ministro da Fazenda disse ainda que a resolução do déficit público, se for com base apenas em planilhas, se dá em 15 dias. Mas que resolver o déficit público dentro da realidade política e social se exige mais tempo.

"Na planilha, eu resolvo em 15 dias o déficit público, mas a realidade política e social exige mais tempo", afirmou.

Ele acrescentou que não faltou respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as decisões mais difíceis, como a reoneração dos combustíveis, por exemplo. "Agenda fiscal não depende só do Executivo", repetiu Haddad.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crédito imobiliário

O ministro da Fazenda afirmou que a medida para o mercado secundário de títulos imobiliários está madura para ser lançada. Mais cedo, o ministro disse que ela deve sair ainda na semana que vem.

"Estamos criando um mecanismo de equalização", pontuou Haddad.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro defendeu que, com um ambiente econômico mais positivo, taxas de juros mais civilizadas e continuidade na desinflação, será possível, em um processo gradual, continuar a alavancar o crédito imobiliário no Brasil.

Haddad reiterou que o crédito imobiliário no Brasil é baixo e argumentou que é muito difícil um país sair da renda média para a alta sem passar por um processo forte na área da construção civil.

O ministro disse que a medida já foi discutida com Banco Central, Caixa Econômica e Banco do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV