Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Gasolina atinge paridade ante mercado internacional e diesel tem defasagem de 4%, diz Abicom

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Após mais de 200 dias de janelas fechadas para a importação de gasolina por agentes privados, devido à defasagem dos preços internos do combustível em relação ao mercado internacional, a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) registrou na semana passada dois dias de oportunidades, sendo que na sexta-feira, 16, a Petrobras chegou a ter paridade com o preço praticado no Golfo do México, abrindo com isso as janelas para os importadores.

O preço que a estatal pratica nas suas refinarias vem sendo contido pela alta volatilidade do preço do petróleo e derivados no mercado internacional. Por causa de previsões menos otimistas para a demanda pela commodity, o preço do Brent registra queda de cerca de 3% no mês, e resiste a avançar além dos US$ 80 o barril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo a Abicom, na sexta-feira, os polos de importação usados pela Petrobras (Itaqui, Suape, Paulínia, Araucária e Itacoatiara) registraram em média estabilidade no preço da gasolina em relação ao Golfo do México, usado como parâmetro por importadores brasileiros. O combustível sofreu reajuste de cerca de R$ 0,20 por litro nas refinarias da estatal no início de julho.

Já o diesel, que não muda de preço nas refinarias da estatal desde dezembro do ano passado, registrou defasagem de 4% no fechamento de sexta-feira, 16, nos polos atendidos pela Petrobras, o que abre espaço para um aumento de R$ 0,15 por litro no mercado interno pela estatal.

Acelen

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Bahia, a Refinaria de Mataripe, controlada pela Acelen, braço do fundo de investimento árabe Mubadala no País, está praticando preços para a gasolina 6% acima do mercado internacional, e de 1% para o diesel.

A empresa pratica reajustes semanais, porém, não alterou o preço da gasolina na última quinta-feira, 15.

Já o diesel recebeu reajuste de 1,75% em relação à semana anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV