Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Galípolo: 'Cabe a BC colocar juros em patamar restritivo o suficiente para perseguir a meta'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, voltou a reforçar no começo da noite desta segunda-feira,27, o tom "hawkish" que demonstrou na semana retrasada durante reuniões fechadas com investidores em Nova York, conforme apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado). Participando nesta segunda-feira, 27, da 1ª edição do Market Talks, evento promovido pela Liga de Mercado Financeiro da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), de Minas Gerais, Galípolo disse que a autarquia vai agir contra a desancoragem das expectativas de inflação caso ela prossiga.

Segundo o diretor, cabe ao BC não comentar a meta de inflação, mas correr para cumprir a meta, que é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). "Cabe ao BC colocar a taxa de juro em um patamar restritivo o suficiente para perseguir a meta inflacionária", disse o diretor de política monetária para os professores e alunos da Unifei.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao ser perguntado sobre a mudança do forward guidance, que apontava para um corte de 0,50 ponto porcentual da Selic no Copom de maio, Galípolo disse que já vinha comunicando que a barra era alta para o abandono da orientação.

"Era preciso parcimônia. A maior parte do mercado já aguardava a mudança da meta fiscal, não era possível extrair correlação clara de trabalho dinâmico e pressão salarial. Não estava confortável em largar o guidance", disse Galípolo, parafraseando o presidente do BC, Roberto Campos Neto, que hoje durante almoço organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) disse que o tempo vai jogar a favor do BC.

"O BC vai dirimir as dúvidas levantadas, reforçando compromisso com perseguição da meta de inflação", reforçou Galípolo, afirmando que o importante a se registrar é que não há tergiversação no compromisso com a meta de inflação. "A função do BC não é explicar desancoragem, mas sim reagir a ela", disse o diretor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não gostaria de passar ideia de que fiscal como muleta para não por inflação na meta

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, mantendo o seu tom de compromisso com a reancoragem da inflação e a busca pelo centro da meta, disse há pouco que não gostaria de passar a ideia de ter a situação fiscal como muleta para não colocar a inflação na meta.

Ele reforçou que a autarquia tem instrumentos para colocar inflação na meta. "Isso pode ser com maior ou menor custo", disse Galípolo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao ser provocado a comentar sobre a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Galípolo voltou a mostrar alinhamento com o discurso de hoje do presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, segundo o qual "não existe uma relação mecânica entre juros dos EUA e os do Brasil". Por fim, disse o diretor: "não temos meta de diferencial de juros, temos é meta de inflação".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV