Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

FUP diz que não faz indicações para cargos à Petrobras 'e nem precisaria'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) contestou em nota nesta quarta-feira, 21, notícias que estão sendo veiculadas desde o mês passado sobre possíveis indicações políticas que a entidade teria feito à Petrobras. De acordo com o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, "a FUP não faz indicações e nem precisaria", afirmou.

"A FUP é uma das maiores federações de trabalhadores do País e a maioria dos petroleiros da Petrobras, filiados a alguma representação sindical, são ligados à FUP, ou seja, a Federação está na grande parte do corpo funcional da companhia", disse Bacelar. "Assim sendo, mesmo quando escolhe alguém do seu corpo técnico e funcionário de carreira, a empresa está colocando um pouquinho mais de FUP em cargos de liderança. E quando a estatal escolhe especialistas competentes extra quadro, altamente qualificados - como está previsto no estatuto da empresa - a FUP só tem a apoiar", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Desde que assumiu a presidência da Petrobras, Magda Chambriard substituiu gerentes-executivos que, na avaliação do governo, estavam ligados à gestão Bolsonaro. A manutenção desses nomes foi um dos argumentos alegados para a demissão do ex-presidente da estatal Jean Paul Prates.

Segundo cálculos do Citi, a rotatividade da Petrobras na composição executiva com Magda saltou para cerca de 35%, com 15 novas alterações na composição feitas entre 1º e 13 de agosto (um novo cargo e 14 substituições). Entre os gerentes executivos a rotatividade avançou de 9% para 31% (16 mudanças de cargo de 50), enquanto de gerentes gerais, pulou de 13% para 25% (2 de 8), e ficou em 25% nos colaboradores com funções específicas (3 de 4).

Na avaliação dos analistas do Citi, a estatal tem mantido a governança corporativa, que é um dos pilares da tese de investimentos do Citi nas suas ações, mas as intensas mudanças no topo são "uma potencial bandeira amarela".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV