Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Focus: mercado espera que IPCA em 12 meses fique acima do teto da meta até setembro de 2026

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As medianas do Sistema Expectativas de Mercado, que embasa o relatório Focus, indicam que a inflação acumulada em 12 meses no Brasil vai ficar acima do teto da meta, de 4,50%, até setembro de 2026. Tudo mais constante, o Banco Central deve falhar no cumprimento da nova meta contínua em junho, quando o IPCA deve atingir 5,58% no acumulado de 12 meses.

O próprio Comitê de Política Monetária (Copom) já reconheceu que deve descumprir a nova meta contínua este ano. Na ata da sua última reunião, de janeiro, o colegiado afirmou que, no seu cenário de referência, "a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos seis meses consecutivos."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O regime de meta contínua passou a valer este ano, com centro de 3% e tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se a inflação acumulada em 12 meses ficar acima de 4,5% ou abaixo de 1,5% por seis meses seguidos, considera-se que o BC não cumpriu a meta.

O IPCA acumulado em 12 meses fechou 2024 em 4,83% e caiu a 4,56% em janeiro, beneficiado em parte pelo desconto nas contas de energia devido ao bônus de Itaipu. Segundo as medianas mensais do sistema, a inflação este ano deve passar a acelerar agora e subir a 5,10% em fevereiro. O pico deve ocorrer em agosto, com 5,82%.

Depois, as estimativas do mercado sugerem uma queda lenta para o IPCA acumulado em 12 meses, que deve ceder a 5,59% em dezembro. Depois de uma alta a 5,90% em janeiro de 2026 a inflação deve retomar a trajetória de queda e ceder a 4,99% em março e a 4,75% em junho. Ela só cairia ao teto da meta, de 4,50%, em setembro. No fim do ano que vem, atingiria 4,34%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV