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FMI reduz previsão para o PIB dos EUA em 2026 de 2,4% para 2,3% com pequeno efeito da guerra

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA em 2026, mas elevou estimativas para o próximo ano. Para 2026, a projeção de crescimento econômico dos EUA foi revisada para 2,3% na atualização trimestral das Perspectivas Econômicas Globais da instituição, divulgada nesta terça-feira, 14, ante 2,4% no relatório de janeiro. Em 2027, no entanto, a revisão foi para cima e passou de 2% para 2,1%.

Segundo o FMI, essa revisão para baixo de 0,1 ponto porcentual em 2026 reflete o balanço entre um pequeno efeito negativo da guerra - dado o status dos Estados Unidos como exportador líquido de energia - e fatores de compensação, como uma recuperação da atividade no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o quarto trimestre de 2025 após o fim da paralisação do governo federal no ano passado, um crescimento da produtividade mais forte do que o anteriormente suposto e o efeito de carregamento (carryover) associado.

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O desempenho da economia americana em 2026 deve ser sustentado ainda pela política fiscal e pelo impacto defasado dos cortes na taxa de juros da política monetária em 2025, mesmo com o aumento das barreiras comerciais desde abril de 2025 continuando a pesar sobre o nível de atividade.

Em relação à inflação, o FMI prevê alta de 3,2% em 2026 e desaceleração para 2,1% em 2027.

Embora a decisão sobre o IEEPA (International Emergency Economic Powers Act) possa reduzir as receitas fiscais obtidas com tarifas, o impacto sobre o saldo fiscal e a atividade deve ser pequeno e distribuído ao longo do horizonte de projeção.

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Na análise do FMI, espera-se que o ímpeto impulsionado pela tecnologia diminua, mas ainda compense em parte os efeitos da menor imigração e a moderação do consumo. "Prevê-se que o forte crescimento da produtividade diminua gradualmente e convirja para as normas históricas", disse o FMI.

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