Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

FMI eleva previsão para alta do PIB global este ano, a 3%, mas vê 'desafios persistentes'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em meio ao arrefecimento das tensões bancárias, o Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a previsão para o crescimento econômico do planeta este ano, conforme atualização do relatório de Perspectivas da Economia Mundial, divulgada nesta terça-feira, 25. A instituição, no entanto, alerta para "desafios persistentes" no cenário, diante do compromisso de bancos centrais na luta contra a inflação.

O FMI elevou a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2023, de 2,8% a 3,0%, o que representaria uma desaceleração após o avanço de 3,5% em 2022. Para 2024, a estimativa se manteve igual à do relatório de março, também em 3,0%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O documento diz que os países desenvolvidos devem conduzir a desaceleração mundial, e o PIB das economias avançadas deve crescer 1,5% neste ano, contra 2,7% do ano passado. O valor também foi revisado para cima: em abril, o FMI esperava que o crescimento fosse de 1,3%. Para 2024, a projeção de alta no PIB também foi mantida, a 1,4%.

Já os países emergentes e em desenvolvimento devem crescer acima da média, diz o relatório. O FMI revisou para cima o crescimento em 2023 em 0,1 ponto porcentual e projeta alta de 4% no PIB destes países, mesmo valor apresentado em 2022. Para 2024, porém, a previsão foi revisada para baixo em 10 pontos-base e agora o Fundo espera crescimento de 4,1%.

Segundo o fundo, a "resiliência" no crescimento de curto prazo se dá à queda nos preços de energia e alimentos após a guerra na Ucrânia, e à "ação enérgica das autoridades" para conter a instabilidade bancária que abalou o mercado em março com as quebras dos bancos Silicon Valley Bank, nos EUA, e Credit Suisse, na Suíça.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, o FMI avalia que o aperto monetário pelos bancos centrais tem feito a atividade global perder força, com desaceleração no crescimento do crédito ao setor não financeiro. Enquanto isso, o núcleo da inflação tem se mostrado resistente no mundo, com destaque para os países desenvolvidos, e a inflação de preços tem subido a níveis mais acentuados que a inflação de salários, pontua o Fundo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV