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Fitch rebaixa rating da CSN a CCC+ com piora de flexibilidade financeira

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A Fitch rebaixou o rating inadimplência do emissor (IDRs) de longo prazo em moeda estrangeira e local de B para CCC+ em uma decisão que retrata a piora da flexibilidade financeira da empresa diante da queima de caixa contínua apesar de alguma melhora operacional.

Altas despesas de juros, despesas com capital elevadas, estrutura de capital desequilibrada e riscos persistentemente altos de refinanciamento também foram levados em conta na decisão, citou a Fitch nesta sexta-feira, 31. O rating foi mantido em observação negativa e atribuído também à nova emissão da CSN Inova Ventures.

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A companhia tem alavancagem insustentavelmente alta, segundo a Fitch. A dívida total da CSN, pelos critérios da agência e excluindo qualquer venda de ativos, deve ultrapassar R$ 60 bilhões em 2026 e 2027, com índices de dívida/Ebitda e dívida líquida/Ebitda de 5,7 vezes e 4,4 vezes (2026) e 6,3 vezes e 5,1 vezes (2027).

A agência lembra que a CSN trabalha em uma série de vendas de ativos visando reequilibrar sua estrutura de capital. O cronograma segue alinhado ao anúncio feito anteriormente.

Em um cenário hipotético de venda de 100% em cimento e de 25% nos negócios de infraestrutura, a CSN poderia levantar cerca de R$ 16,2 bilhões pelas estimativas da agência, o que corresponderia a cerca de 28% da dívida total da CSN em 31 de março de 2026, segundo a Fitch.

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Nesta sexta-feira, a CSN informou que seu conselho de administração aprovou a realização, por sua controlada CSN Inova Ventures, de uma oferta de troca de títulos de dívida com vencimento em 2028 e juros de 6,750% ao ano, em circulação no mercado internacional, conforme antecipado pela Broadcast.

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