Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Fitch eleva rating do Brasil de BB- a BB, com perspectiva estável

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Fitch anunciou nesta quarta-feira, 26, que elevou o rating do Brasil, de BB- a BB, com perspectiva estável. Segundo a agência, a mudança reflete "um desempenho macroeconômico e fiscal melhor que o esperado", em meio a "choques sucessivos em anos recentes", com políticas proativas e reformas que têm apoiado isso. Em seu comunicado, ela cita também sua "expectativa de que o novo governo trabalhará por mais melhoras".

Mesmo em meio a "tensões políticas" desde o rebaixamento de 2018, o Brasil alcançou "progresso" em reformas importantes para lidar com "desafios econômicos e fiscais", considera a Fitch. O novo governo do "esquerdista" Luiz Inácio Lula da Silva defende um distanciamento da agenda econômica liberal de governos anteriores, acredita a agência. Ela, contudo, diz esperar "pragmatismo" e que os freios e contrapesos institucionais mais amplos impeçam desvios "radicais" nas frentes macro e micro nas políticas, enquanto o governo "também almeja iniciativas para apoiar o setor privado (leia-se: reforma tributária".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A Fitch argumenta que a posição fiscal do país se deteriora em 2023, após melhora anterior, mas ela espera que as novas regras fiscais e medidas tributárias ancorem uma "consolidação gradual". Projeta ainda que a relação entre dívida e PIB do país cresça, mas a um ritmo mais lento e de um ponto de partida muito melhor que o antes previsto.

A agência vê os ratings do Brasil apoiados por "sua economia grande e diversa", renda per capita elevada, e por mercados domésticos arraigados e um grande colchão financeiro, que apoiam a flexibilidade do financiamento soberano e sua parcela elevada de dívida em moeda local". O comunicado diz ainda que os ratings são apoiados por capacidade de absorver choques, apoiada por um câmbio flexível, reservas internacionais "robustas" e uma posição de credor externo líquido soberano. Por outro lado, eles são contidos pela alta dívida do governo, pela rigidez fiscal, pelo potencial de crescimento "fraco" e por métricas de governança "relativamente baixas".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV