Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

FGV revisa projeção de IPC-S de abril de 1,80% para 0,90%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) entre a segunda e a terceira leitura de abril (1,84% para 1,47%) mostrou alívio do quadro de inflação, puxado por energia elétrica e gasolina. A avaliação é do coordenador do índice na Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Picchetti, que reduziu pela metade a previsão para o IPC-S do mês, de 1,80% para 0,90%.

A redução dos preços da eletricidade residencial (2,30% para -2,08%), na esteira da troca da bandeira tarifária de "escassez hídrica" para "verde", teve impacto negativo de 0,21 ponto porcentual sobre o índice, enquanto o alívio da gasolina (7,80% para 5,45%), devido ao fim dos efeitos do último reajuste da Petrobras, retirou 0,16 ponto da inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Ambos os itens vão continuar ajudando bastante até o fim do mês, porque a ponta da energia está em torno de uma queda de 15,0% e a gasolina está quase zerada, em torno de 0,10%", diz Picchetti. "Esses dois itens têm os principais efeitos, mas, ao mesmo tempo, não tem nada do outro lado para contrabalançar esses impactos para baixo."

A difusão do IPC-S, que mede a proporção de itens com aumento de preços na leitura, arrefeceu de 83,23% na segunda quadrissemana para 77,10% nesta leitura. De acordo com Picchetti, o movimento sinaliza ao menos uma interrupção da tendência de aumentos dispersos no índice, que pode se confirmar no fechamento do mês.

O analista destaca ainda entre os sinais de alívio o desempenho do grupo Alimentação (1,97% para 1,82%), com sinais de desaceleração dos alimentos in natura. A desaceleração do aluguel residencial (3,12% para 2,62%) também é um sinal positivo à frente, já que, na ponta, o item arrefece a cerca de 1,0%, observa o economista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as pressões para cima sobre o índice, Picchetti cita os medicamentos em geral (1,75% para 2,61%), pressionados pelo aumento de preços de 10,89% autorizado pelo governo a partir de 31 de março. O economista espera uma alta em torno de 6,0% para o grupo no fim do mês, considerando as pontas de itens como remédios dermatológicos (6,0%), oftalmológicos (5,6%) e calmantes e antidepressivos (5,0%). A passagem aérea (7,04% para 10,50%) também avança na ponta, a 20,0%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV