Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

FGV: confiança do consumidor sobe 2,7 pontos em dezembro ante novembro, a 88 p.

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A confiança do consumidor subiu 2,7 pontos em dezembro ante novembro, após dois recuos seguidos, na série com ajuste sazonal, informou nesta segunda-feira, 26, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) ficou em 88,0 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 0,3 ponto.

"Após dois meses de queda, a confiança dos consumidores sobe, recuperando parte das perdas sofridas. A melhora da confiança reflete um aumento do otimismo em relação aos próximos meses, principalmente das famílias de menor poder aquisitivo, que vêm se mantendo mais endividadas e sofrendo mais com os efeitos da inflação e taxa de juros elevada. As avaliações sobre o momento ainda se mantêm estáveis, mas com piora na percepção sobre o mercado de trabalho, o que gera cautela na intenção de compras no curto prazo", avaliou a coordenadora das Sondagens do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), Viviane Seda Bittencourt, em nota oficial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em dezembro, o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,1 ponto, para 70,9 pontos. O Índice de Expectativas (IE) avançou 4,3 pontos, para 100,3 pontos.

"O ano fecha com um saldo positivo e zera as perdas acumulada nos últimos dois anos, mas é necessário um grande caminho para que a confiança volte superar o nível neutro, estimulando o consumo", completou Viviane.

No ISA, o item que mede a percepção sobre a situação financeira das famílias subiu 2,7 pontos, para 63,6 pontos. O componente que avalia a satisfação sobre a situação econômica recuou 2,7 pontos, para 78,8 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto às expectativas, o quesito que mais contribuiu para a alta da confiança em dezembro foi a situação financeira das famílias nos próximos seis meses, que avançou 12,5 pontos, para 105,0 pontos, maior patamar desde fevereiro de 2019, recuperando as perdas sofridas nos últimos dois meses. O item que mede o grau de otimismo com a situação econômica geral subiu 4,5 pontos, para 115,1 pontos. Já a intenção de compra de bens duráveis continua instável, com queda de 4,7 pontos, para 80,8 pontos.

A análise por faixa de renda mostra uma compensação de parte das perdas sofridas nos últimos dois meses nas faixas de renda mais baixas. Entre as famílias com renda até R$ 2.100,00 mensais, a confiança subiu 8,9 pontos em dezembro, para 83,4 pontos, após ter recuado 10,1 pontos em novembro. No grupo que recebe acima de R$ 9.600,00 mensais, o indicador caiu 0,7 ponto em dezembro, para 91,5 pontos, após elevação de 0,7 ponto em novembro.

"A avaliação dos consumidores de menor poder aquisitivo sobre a situação financeira das famílias voltou a subir após a forte queda observada no mês passado. Para as classes de renda mais alta, os consumidores mantêm o índice em patamar mais elevado, embora ainda abaixo do nível neutro de 100 pontos", observou a FGV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Sondagem do Consumidor coletou entrevistas entre os dias 1 e 21 de dezembro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV