Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Fed eleva taxa dos Fed Funds em 75 pontos, entre 1,50% e 1,75% ao ano

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) decidiu elevar a taxa dos Fed Funds em 75 pontos-base, para a faixa entre 1,50% e 1,75% ao ano, em comunicado divulgada nesta quarta-feira, 15. É a maior elevação desde 1994.

A decisão não foi unânime, pois a presidente da distrital de Kansas City, Esther George, votou por 50 pontos-base.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Até a semana passada, um aumento dessa magnitude era visto como pouco provável pelo mercado. Porém, após o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de maio mostrar taxa mensal de 1,0% e anual 8,6%, ambas acima do consenso de analistas, as apostas para uma elevação em 75 pontos-base ganharam fôlego.

Contudo, elas se tornaram majoritárias e quase unânimes na noite de anteontem, após repórteres do Wall Street Journal e da CNBC apontarem que dirigentes do Fed poderiam considerar uma elevação em maior intensidade para tentar reancorar as expectativas.

O Fed também decidiu elevar a taxa de juros paga sobre saldo de reserva para 1,65%, decisão que entra em vigor a partir de amanhã, e a taxa de desconto e 75 pontos-base, de 1,00% para 1,75%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antecipação de aumentos futuros

O Fomc antecipou que novos aumentos na taxas de juros serão apropriados. A instituição elevou a taxa dos Fed Funds em 75 pontos-base, para a faixa entre 1,50% e 1,75% ao ano. É a maior elevação desde 1994.

"A inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia, preços mais altos de energia e pressões mais amplas sobre os preços", diz o comunicado. "A invasão da Ucrânia pela Rússia e os eventos relacionados estão criando uma pressão ascendente adicional sobre a inflação e estão pesando sobre a atividade econômica global. O Comitê está altamente atento aos riscos inflacionários", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante desse cenário, o Fomc assegura que continuará monitorando as implicações das informações recebidas para as perspectivas econômicas. "O Comitê estaria preparado para ajustar a orientação da política monetária conforme apropriado caso surjam riscos que possam impedir a consecução dos objetivos do Comitê", destacou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV