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Febraban: crédito deve crescer 0,5% em fevereiro ante janeiro, e 11,9% ante fevereiro de 2024

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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima que o saldo de crédito crescerá 0,5% entre janeiro e fevereiro deste ano. Na comparação com o mês de fevereiro de 2024, a alta deve ser de 11,9%, o que seria uma aceleração em relação aos 11,7% vistos em janeiro.

A carteira de recursos direcionados deve liderar a alta tanto em base mensal (+0,9%) quanto em base anual (+12,5%). O crescimento dessas operações deve ser maior tanto entre as pessoas físicas quanto entre as empresas.

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A carteira total de pessoa física deve crescer 12,6% em 12 meses, enquanto a de empresas deve ter alta de 10,9% no mesmo período. De acordo com a Febraban, em PF, o crescimento deve ser disseminado entre as principais linhas, enquanto em PJ, a perspectiva é de impulso a partir dos programas públicos.

Por outro lado, a maior expansão em pessoas físicas deve vir de linhas rotativas, o que, de acordo com a entidade, indica uma piora na qualidade da composição das operações.

"Os dados da pesquisa revelam que o crédito mantém um crescimento ainda robusto no primeiro bimestre de 2025, sustentando a trajetória de expansão observada já há algum tempo", diz em nota o diretor de Economia da Febraban, Rubens Sardenberg. "No entanto, alguns sinais de desaceleração começam a surgir, especialmente em linhas mais sensíveis às condições econômicas, como crédito ao consumo e financiamento de bens duráveis."

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A Febraban estima ainda uma queda de 1,6% nas concessões de crédito em fevereiro na comparação com janeiro. Com o ajuste pelo número de dias úteis de cada mês, o resultado passaria a ser de alta de 8,2%. A maior alta deve ser nas linhas de crédito direcionado, com 28,2% no critério com ajuste. Entre PF e PJ, as concessões para empresas devem subir mais, 12,3%.

Os números não incluem o novo crédito consignado privado, que só começou a ser concedido no último dia 21 de março.

A pesquisa da Febraban é uma espécie de prévia da nota de crédito do Banco Central, que deve sair no dia 2 de abril, e considera dados consolidados dos maiores bancos do País.

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