Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Fazenda diz que renegociação de dívidas no Desenrola beneficiará mais de 30 milhões de pessoas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A renegociação de dívidas bancárias no programa Desenrola Brasil, que começa na próxima segunda-feira, 17, deve beneficiar mais de 30 milhões de brasileiros, de acordo com estimativas do Ministério da Fazenda. Como o Estadão/Broadcast já mostrou, o Ministério da Fazenda publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje a portaria que autoriza as operações do programa para a desnegativação de dívidas de até R$ 100 e renegociação dos débitos para pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil, que estão na faixa 2 do programa.

"Estima-se que essa renegociação de dívidas bancárias poderá beneficiar mais de 30 milhões de pessoas. Os créditos presumidos que poderão ser utilizados na renegociação dessas dívidas totalizam, aproximadamente, R$ 50 bilhões", disse o Ministério da Fazenda, em nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A renegociação das dívidas da Faixa 2 atende pessoas com renda até R$ 20 mil e dívidas sem limite de valor. Para essa categoria, são os bancos que oferecem a possibilidade de renegociação das dívidas diretamente com os clientes. "Esse benefício não terá a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Como estímulo às renegociações, o governo oferece às instituições financeiras um incentivo regulatório para que aumente a oferta de crédito", esclareceu a Fazenda.

Já a ação para desnegativar quem tem dívidas bancárias de até R$ 100 deve beneficiar cerca de 1,5 milhão de pessoas. "Com isso cairão as restrições da situação de negativada e a pessoa poderá, por exemplo, se não tiver outras dívidas negativadas, voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel", diz a o ministério.

Inicialmente, a previsão era de que o programa começaria em setembro, mas o governo antecipou a operação. Em setembro, será permitida a adesão de devedores com renda de até dois salários mínimos ou que estejam inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), porta de entrada para programas sociais do governo, e com dívidas de até R$ 5 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa do governo é de que o programa completo beneficie até 70 milhões de pessoas que estão negativadas, com dívidas contraídas entre 2019 e 2022. A adesão ao programa por credores, beneficiários e bancos é voluntária.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV