Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Faturamento líquido total do setor de máquinas cai 4,6% em julho ante junho, diz Abimaq

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O faturamento líquido total do setor de máquinas e equipamentos brasileiro recuou 4,6% em julho comparativamente a junho, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Na comparação com julho do ano passado, o faturamento líquido total da indústria recuou 10,5%. No acumulado de janeiro a junho, o faturamento do setor caiu 9,2% e no acumulado de 12 meses, a queda foi de 8,6%.

Consumo aparente

O consumo aparente de máquinas e equipamentos fabricados no Brasil em julho recuou 5,1% na comparação com junho, informou a Abimaq. Na comparação com julho do ano passado, o consumo aparente de máquinas e equipamentos caiu 9,9%. De janeiro a julho, o consumo aparente de máquinas e equipamentos registrou baixa de 8,3% e no acumulado de 12 meses a queda foi de 7,2%. O consumo aparente de bens industriais é definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.
Nuci

Conforme a Abimaq, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria de máquinas e equipamentos brasileira encerrou o mês de julho mostrando uma queda de 0,9% em relação a junho, devolvendo o crescimento de maio e junho e atingindo 74,9% em 2023. Segundo a entidade, em julho o setor operou, em média, em dois turnos. A carteira média de pedidos no mês de julho estabilizou em 10,7 semanas de atividade, ainda de acordo com a Abimaq, mas registrou melhora nos setores fabricantes de máquinas para bens de consumo, máquinas para transformação de metais e máquinas para logística e construção civil.

Balança comercial

As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos cresceram 12,2% em julho em relação a junho, segundo a Abimaq. Na comparação com julho do ano passado, os embarques feitos de máquinas e equipamentos para o exterior cresceram 16,7%. No ano, de janeiro a julho, as exportações de máquinas e equipamentos cresceram 18,6%. Em 12 meses até julho as vendas ao exterior de máquinas e equipamentos aumentaram 16,4%. "O aumento das vendas para países da América do Norte e do Sul continua como destaque. No ano, o crescimento foi de 27% e 10,5%, respectivamente", afirmam os economistas da Abimaq. Ainda de acordo com a entidade, a maior parte das vendas externas no ano foi direcionada para a América do Sul, que absorveu 34,5% do total de máquinas e equipamentos exportados pelo País. Desta região, a Argentina foi responsável por pouco mais de um terço dos 34,5%, ou 12,2% do total das exportações. A América do Norte consumiu no período 34% das exportações totais e a Europa, 13,9%. As importações, por sua vez, cresceram 2,4% em julho em relação a junho e 15,8% na comparação com julho de 2022. No acumulado do ano as importações de máquinas e equipamentos cresceram 14,3% e em 12 meses, em 15,8%.

Emprego

De acordo com a Abimaq, o número de trabalhadores na indústria brasileira de máquinas e equipamentos ficou estável em julho, repetindo os mesmos 392.752 colaboradores registrados em junho. No ano, período de janeiro a julho, a indústria de máquinas e equipamentos criou quase 2.500 postos de trabalho. Por outro lado, de acordo com a entidade, em relação a setembro do ano passado, período que registrou número recorde de pessoas empregadas no setor, o quadro de pessoal encolheu em mais de 6,5 mil pessoas. Na comparação com julho do ano passado, o quadro de empregados no setor encolheu 0,9%. Mas entre os grupos produtores de máquinas se observou admissões nos produtores de componentes para bens de capital, de máquinas para logística e para construção civil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV