Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Fabricação de produtos químicos cresce 0,38% em janeiro; vendas sobem 2,50%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A produção de produtos químicos de uso industrial cresceu 0,38% em janeiro, na comparação com dezembro, informou a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). As vendas internas, segundo a entidade, avançaram 2,50% e a utilização da capacidade instalada subiu para 82%, registrando o melhor janeiro dos últimos quatro anos e o melhor resultado mensal desde outubro de 2018.

Em relação ao consumo aparente nacional (CAN) - resultado da soma da produção com as importações menos as exportações -, houve recuo de 17,5% sobre o mês anterior. O declínio é resultado da forte queda das importações dos produtos (-39,4%), puxada pelo grupo de intermediários para fertilizantes, cujo volume importado caiu 50,7% em janeiro deste ano, sobre dezembro do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No que se refere ao índice de preços Abiquim-FIPE, a variável registrou recuo de 0,56% em janeiro de 2022, em relação a dezembro, mas alta de 51,24% em relação a janeiro de 2021. Os preços de produtos químicos de uso industrial no mercado local estão sendo impactados pelas variações ocorridas no mercado internacional.

O petróleo Brent chegou à US$ 92,3 o barril no início de fevereiro, puxando a nafta petroquímica, principal matéria-prima da química de base, para o valor de US$ 772 a tonelada em janeiro deste ano, alta de 56% em dólares em relação a igual mês do ano passado. Apenas em janeiro de 2022, sobre dezembro, a cotação internacional da nafta, convertida para reais, teve alta de 8,7%.

Outro insumo e matéria-prima da indústria química que tem enorme relevância sobre os custos no mercado interno é o gás natural, que também se encontra em um patamar muito elevado desde o início do segundo semestre do ano passado, sobretudo pela maior demanda para geração de energia elétrica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Olhando para o futuro, com o aumento da produção de óleo e de gás no Brasil, a indústria química tem a oportunidade de poder crescer e se desenvolver, desde que esses insumos possam ser acessados de forma competitiva", diz a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira.

Em sua visão, cabe ao governo brasileiro uma importante e urgente decisão: a definição entre ser exportador de commodities ou de bens acabados, "que trazem muito mais valor ao País".

"Também são urgentes as reformas tributária e administrativa, as soluções de infraestrutura e de deficiências logísticas, além da redução do custo Brasil, que impõem custos ao país que não são compatíveis com os que se praticam no mercado internacional", afirma a diretora da Abiquim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV