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Eztec tem lucro líquido de R$ 94,099 milhões no 1º trimestre, avanço de 65,9%

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A incorporadora paulistana Eztec fechou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 94,099 milhões, montante 65,9% maior do que no mesmo período de 2024.

O Ebitda atingiu R$ 68,758 milhões no trimestre, crescimento de 115,1% na mesma comparação. Já a margem bruta foi a 39,6% no período, alta de 5,5 pontos percentuais (p.p.) em um ano, mantendo tendência de expansão observada nos últimos trimestres.

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A receita líquida foi de R$ 311,247 milhões nos três primeiros meses do ano, aumento de 30,1% na base anual, impulsionada pelo aumento nas vendas e pelo avanço das obras. "O crescimento anual foi sustentado por um aumento de 30% nas vendas em 2024 ante 2023, o que ampliou a base de receita e, somado à evolução dos canteiros, resultou em maior reconhecimento contábil", disse a companhia no release de resultados.

As despesas comerciais da Eztec foram de R$ 25,044 milhões no primeiro trimestre, aumento de 17,8%, refletindo os maiores esforços de marketing e estrutura de vendas diante do aumento no volume de lançamentos. As despesas administrativas foram a R$ 33,754 milhões, baixa de 2%, relacionada a movimentações no quadro de pessoal da companhia ao longo do período.

O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) gerou uma receita de R$ 36,395 milhões, que foi 17,9% maior na comparação anual.

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A Eztec reportou ainda queima de caixa de R$ 31,724 milhões no primeiro trimestre, um desembolso 82,9% menor do que os R$ 185,429 milhões do trimestre anterior.

A dívida líquida teve uma forte alta no primeiro trimestre subindo 370,2% ante o mesmo trimestre de 2024, para R$ 397,674 milhões. Segundo a Eztec, o aumento do endividamento deriva, principalmente, da emissão do CRI de R$ 375 milhões ocorrida em fevereiro de 2025.

"Além disso, a companhia contratou R$ 58 milhões em dívidas de SFH, enquanto R$ 44 milhões formaram novas Alienações Fiduciárias. A companhia vem utilizando dos saldos de financiamento contratados junto aos bancos comerciais para desenvolver as suas obras, evitando o uso de recursos próprios", explicou ainda a Eztec.

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