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Europa: bolsas fecham na maioria em alta de olho em conversas Israel-Líbano e recuo do petróleo

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As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 4, com investidores dividindo atenção entre as negociações de Israel e Líbano por uma trégua e as incertezas sobre guerra no Irã. A queda dos preços do petróleo após o cessar-fogo ajudou a amenizar parte do temor inflacionário dos mercados, enquanto parte do setor tech seguiu pressionado após balanço da Broadcom.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,27%, a 10.360,32 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,48%, a 24.916,19 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,15%, a 8.244,29 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,27%, a 50.174,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,37%, a 18.243,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,88%, a 8.919,68 pontos. As cotações são preliminares.

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"O sentimento dos mercados continua sustentado pela expectativa de que um acordo entre Estados Unidos e Irã esteja próximo", afirmou o LBBW, acrescentando que as sucessivas frustrações com essas negociações ainda não provocaram impactos relevantes.

A reunião da semana que vem do Banco Central Europeu (BCE) também ficou no radar. A Fitch projeta alta nos juros, assim como o KBC Bank - que vê esse movimento "totalmente incorporado" nos preços. No noticiário macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,4% em abril ante março, resultado ligeiramente pior que o esperado.

Entre as ações, a Rémy Cointreau disparou quase 10% após apresentar um plano de transformação para elevar o lucro operacional em cerca de 100 milhões de euros até 2029. A Jefferies destacou que os resultados vieram ligeiramente acima do consenso.

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Na ponta negativa, a Universal Music recuou perto de 4,5% em Amsterdã após a venda da participação da Pershing Square, de Bill Ackman. A Nokia caiu cerca de 6%, na esteira da divulgação dos resultados da Broadcom, que pressionou parte do setor tech, enquanto o restante conseguiu estender ganhos no pregão, como a alemã SAP (+5,5%).

Entre bancos, o Commerzbank (+1,21%) permaneceu no radar após solicitar ao regulador financeiro da Alemanha uma revisão dos níveis de adesão da oferta de aquisição feita pelo UniCredit (+1,05%).

*Com informações da Dow Jones Newswires

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