Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Espanha reconhece que sanções à Rússia terão impacto na economia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, disse nesta terça-feira, 8, não haver dúvidas de que as sanções impostas pelo Ocidente à Rússia terão impactos em suas próprias economias. O líder espanhol afirmou, em coletiva à imprensa, ter se reunido com autoridades nacionais para avaliar quais ações serão adotadas com o intuito de minimizar os impactos, especialmente sobre os custos de energia.

"Vão haver custos, sem dúvidas nenhuma, mas o maior custo seria se não atuássemos contra Putin", disse, diretamente da base militar de Adazi, na Letônia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao lado dos premiês do Canadá, Justin Trudeau, e da Letônia, Arturs Krisjanis Karins, e do secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, o presidente espanhol reforçou a importância da coordenação conjunta dos países e frisou que "as sanções econômicas são uma das ferramentas mais cruciais para parar essa guerra". "A assembleia da ONU nos mostrou que Putin está sozinho, o mundo todo está com Ucrânia", comentou.

Já Trudeau, questionado sobre os investimentos do Canadá na área de defesa, disse entender "a urgência apresentada neste momento", com a Ucrânia "se mantendo forte diante da invasão ilegal da Rússia" e defendendo a democracia e seus valores.

O Canadá anunciou ainda que irá estender sua parceria em missão com a Otan, um ano antes do prazo. Além disso, Trudeau informou que enviará mais tropas à Letônia e aprofundará parceria com países bálticos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Stoltenberg, pro sua vez, disse que "Putin subestimou a Ucrânia e parece ter subestimado a força e unidade da Otan".

O líder da organização disse que sua maior responsabilidade é manter 1 bilhão de cidadãos seguros. "Precisamos fazer tudo possível para não expandir o conflito para além da Ucrânia", afirmou. Mais uma vez, ele condenou a decisão de Vladimir Putin, presidente russo, de invadir o território ucraniano e "perturbar a ordem internacional e provocar impacto devastador sobre pessoas ucranianas".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV