Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Equinor tem 60 dias para apresentar plano unificado para Raia Manta e Raia Pintada

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O consórcio liderado pela Equinor no projeto Raia, na bacia de Campos, tem 60 dias para entregar à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) um novo plano de desenvolvimento, unindo os campos de Raia Manta e Raia Pintada em um campo único, que será batizado de Raia Manta, informou a diretora da ANP, Symone Araújo, em reunião do colegiado na quinta-feira, 27.

A Equinor apresentou à agência um plano de desenvolvimento da produção como se tratassem de dois ativos diferentes, evitando assim o pagamento de Participação Especial, uma taxa além dos royalties, cobrado de grandes campos de produção. O plano foi parcialmente aprovado pela diretoria e depende da mudança para entrar em execução.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"As áreas Raia Manta e Raia Pintada, na bacia de Campos, são um campo único e estão sujeitas ao pagamento de participações especiais ", disse a diretora durante a reunião.

Tendo a Equinor como operadora com 35%; Repsol-Sinopec, com a mesma participação e Petrobras, com 30%, o campo de Raia é o maior projeto de gás natural em desenvolvimento do País, e prevê entrar em operação no segundo trimestre de 2028, com produção de 16 milhões de metros cúbicos diários, cerca de 30% da produção de gás natural atual do Brasil. O campo vai produzir gás associado e não associado ao petróleo.

Gasoduto

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da unitização do campo, o que vai aumentar a arrecadação governamental, a reunião da diretoria da ANP aprovou a construção de um gasoduto de cerca de 200 quilômetros do campo de Raia ao Terminal de Cabiúnas, no Rio de Janeiro, que junto com a perfuração de oito poços e o desenvolvimento da produção, consiste em investimentos de US$ 9,6 bilhões, segundo a ANP.

A agência submeteu o plano de construção do gasoduto à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo planejamento dessa infraestrutura no País, que também aprovou a obra.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV