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EPE e empregados em greve terão audiência de conciliação em 18 de novembro

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O Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (Senge-RJ) informou que a primeira audiência de conciliação entre a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e seus funcionários em greve foi marcada para o próximo dia 18. O encontro acontece após a Senge-RJ entrar com pedido de mediação ao Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ).

Segundo o diretor de Negociação Coletiva do Senge-RJ, Felipe Araújo, a greve, que entrou nesta quinta-feira, 13, no seu 24º. dia continua.

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Assim como outras estatais que dependem do Orçamento do governo, a direção da EPE propôs aos seus empregados reajuste de 80% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no primeiro ano do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), e 100% do INPC no segundo ano para os empregados concursados. Os cargos comissionados não teriam nenhum reajuste no primeiro ano e cerca de 3% no segundo ano.

"Além do reajuste, que pela proposta, fica abaixo da inflação, queremos avanços em alguns benefícios, e um plano de cargos e salários", disse Araújo mais cedo à Broadcast, Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

O mercado tem acompanhado a greve da EPE pelo impacto que uma greve de longo prazo possa ter no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), previsto para março de 2026.

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Segundo a EPE, todos os esforços serão feitos para que o leilão não atrase.

Em nota publicada na tarde desta quinta, a autarquia reafirmou seu "compromisso com a valorização dos seus empregados e com a condução das negociações coletivas de modo a assegurar a continuidade das suas entregas, essenciais para o MME (Ministério de Minas e Energia) e para o Estado brasileiro".

Segundo a EPE, até o momento foram realizadas oito rodadas de negociações com os sindicatos e representantes dos empregados. "A Empresa respondeu integralmente à pauta apresentada pelas entidades sindicais, mas ainda não foi possível alcançar consenso entre as partes", disse em nota.

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Ainda de acordo com a autarquia, a proposta apresentada pela EPE para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2025-2027) está em consonância com os acordos firmados por outras empresas de porte e complexidade semelhantes, tais como: Amazul, SGB, Embrapa, Trensurb, Codevasf, Infra e Ebserh.

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