Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Eneva tem prejuízo líquido de R$ 193,9 mi no 4º trimestre de 2022

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Eneva, empresa de exploração e produção de gás natural e geração de energia termelétrica, reportou prejuízo líquido de R$ 193,9 milhões no quarto trimestre de 2022 devido a despesas não recorrentes. Em igual período de 2021, houve lucro de R$ 489,4 milhões.

Nos 12 meses de 2022, o lucro da companhia foi de R$ 376 milhões, 65% menor que o registrado em todo 2021, de R$ 1,1 bilhão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A receita líquida da companhia somou R$ 2,32 bilhões de outubro a dezembro de 2022, alta de 37,9% ante um ano atrás, quando a receita foi de R$ 1,68 bilhão. O crescimento na margem, ou seja, na comparação com o terceiro trimestre (R$ 1,7 bilhão) é praticamente o mesmo.

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 563 milhões no quarto trimestre, queda de 33,2% na comparação com um ano atrás (R$ 842,5 milhões). Ante o trimestre imediatamente anterior, quando o Ebitda ficou em R$ 597,7 milhões, houve recuo de 5,8%.

Despesas não recorrentes

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado, informou a empresa ao Broadcast, está ligado principalmente a despesas não recorrentes, relacionadas à aquisição de ativos como a usina termelétrica Celse, no Sergipe.

O diretor financeiro da Eneva, Marcelo Habibe, afirmou que o resultado se deve a gastos "pontuais e planejados", associados a aquisições, como serviços de advogados; de bancos que estruturaram operações e de empresas de engenharia, que atuaram na prospecção e análise dos negócios.

Investimentos e dívida

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os investimentos da Eneva no trimestre somaram R$ 695 milhões, 79% acima do registrado nos últimos três meses de 2021 (R$ 388 milhões) e 42,7% maior que os R$ 486,9 milhões investidos no trimestre imediatamente anterior.

Desagregando os investimentos, R$ 149 milhões foram orientados ao projeto de usina solar Futura; R$ 110 milhões foram alocados para atividades de upstream, tanto no desenvolvimento quando exploração de campos de gás; e R$ 89 milhões foram usados para a conclusão do projeto Azulão Jaguatirica, em Roraima.

Já a dívida líquida da companhia no período chegou a R$ 16,6 bilhões, ante 5,7 bilhões ao fim do terceiro trimestre, uma alta de 191% ligada, sobretudo ao esforços para aquisição das termelétricas Termofortaleza (CE), Celse (SE), e a comercializadora Focus Energia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alavancagem, razão entre dívida líquida e Ebitda nos últimos 12 meses, ficou em 4,8 vezes. Segundo Habibe, com a consolidação dos ativos recém-adquiridos e a entrada de seus resultados na receita da companhia, essa alavancagem deve cair naturalmente, mas a Eneva pretende acelerar esse processo para abrir espaço à "novas oportunidades" em 2023.

Para tanto, a empresa pretende vender participações em sua plataforma de energias renováveis a fim de reciclar capital e acelerar a redução da alavancagem.

A Eneva ainda informou posição de caixa de R$ 2,0 bilhões ao fim de dezembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV