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Empresas gaúchas terão nova linha de crédito de R$ 15 bilhões do BNDES, anuncia governo

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O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, anunciou, nesta quarta-feira, 29, uma nova linha de financiamento de R$ 15 bilhões, via Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), para o setor privado do Rio Grande do Sul. Segundo Durigan, também foi liberada a operação das cooperativas de crédito no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

O governo faz um ajuste no Pronampe por meio de medida provisória para que cooperativas com relacionamento capilarizado com as empresas no Estado também possam operar no programa.

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Além disso, Durigan afirmou que haverá um aporte de R$ 600 milhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para garantia de operações de crédito rural a pequenos e médios agricultores.

No BNDES, são três modalidades de financiamento, com juros subsidiados: para a compra de máquinas, equipamentos e serviços; projetos customizados de empreendimentos, incluindo obras de construção civil; e capital de giro emergencial.

Na primeira modalidade, a taxa de juros será de 1% ao ano, mais um spread bancário. São 60 meses de prazo e um ano de carência.

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Na segunda linha, a taxa é de 1% ao ano com spread bancário, com um prazo maior de 120 meses e dois anos de carência.

Já no caso do capital de giro emergencial, o custo base é de 4% ao ano para micro, pequenas e médias empresas, e 6% ao ano para grandes empresas, mais o spread bancário. O prazo é de 60 meses, com carência de um ano.

A informação veio durante o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de novas medidas ao Rio Grande do Sul, nesta quarta.

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O governo diz já ter disponibilizado R$ 62,5 bilhões ao Rio Grande do Sul, por meio de um crédito extraordinário, e R$ 23 bilhões com a suspensão da dívida do Estado por três anos e a isenção de juros sobre o total.

Em 7 de maio, o Congresso Nacional aprovou um decreto que reconhece a situação de calamidade pública no Estado até 31 de dezembro.

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