Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Empresários insistem que desoneração da folha seja votada ainda este ano

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Durante almoço realizado em Brasília nesta terça-feira, 18, empresários insistiram que a desoneração da folha de pagamentos seja votada ainda este ano pelo Congresso Nacional. "Pedi que a desoneração ainda saia este ano. É difícil, mas não é impossível", avaliou o presidente do Instituto Unidos Brasil (IUB) e da Associação de Lojistas de Shopping Centers (Alshop), Nabil Sahyoun.

Para o membro do IUB e CEO da Yalo, Antônio Castilho, o papel do instituto é o de provocar o debate. "Depois de passar por um debate pela sociedade, tem que passar para as comissões", salientou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A proposta do IUB é clara, de acordo com ele, mas não é a única apresentada até aqui. O empresário enfatizou que nenhuma proposta da entidade visa a aumentar impostos.

O presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nesse, também voltou a defender a recriação da CPMF para financiar essa desoneração. Como argumento a favor da contribuição, ele reforçou que se trata de uma tributação paga "por todos", desde o bandido até o fiel que entrega o dízimo à Igreja.

Nesse relatou que conversou com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) na semana passada sobre o assunto. "Não gostam da CPMF e dão como desculpa ficarem atrelados com o governo para fazerem a arrecadação", descreveu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar disso, o presidente da CNS disse que os empresários estão abertos a receber alternativas ao financiamento da desoneração. "Falar de CPMF na Febraban é proibido, mas aceitaram conversar sobre o assunto. Todo mundo é favorável à desoneração. A grande questão é a escolha da tributação substituta", considerou.

Nabil, da Alshop, salientou que 17 segmentos já conseguiram renovar a isenção da desoneração, mas que não é justo que os demais não tenham esse benefício. "Tudo o que compramos hoje tem até 60% de imposto embutido porque temos de sustentar esse paquiderme em Brasília. Essa desigualdade precisar ser combatida. E quem vai ganhar com isso? A sociedade civil."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV