Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Em evento do BC, ex-presidentes defendem comunicação da autoridade monetária

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O debate sobre os 30 anos do Plano Real com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e ex-chefes da autoridade monetária saiu do script para comentar a comunicação do BC. A fala mais enfática foi do ex-presidente Gustavo Franco, que reforçou a unidade da autoridade monetária.

"Na nossa época, a comunicação era meio jazz, não tínhamos as regras de hoje. O que vocês fazem hoje é mais música clássica, é um jeito de trabalhar que não deve haver improviso na comunicação. O que dialoga com outro assunto que é a colegialidade e da unidade da diretoria do Copom. Fala-se do STF, que são 11 Supremos, mas aqui não são 9 bancos centrais, é um só", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para Gustavo Loyola, evidentemente o grau de comunicação e transparência do BC vai aumentando, seguindo a tendência que também ocorre com as pessoas. "Acho que há certos tipos de discussão do Banco Central que eu sinceramente tenho sérias dúvidas se devem ser colocadas a público, pelo menos de maneira imediata. São discussões que devem ser feitas de maneira mais fechada até para a riqueza da própria discussão", defendeu.

Na visão de Persio Arida, haverá uma enorme modificação na forma de comunicação, relacionada à incorporação da inteligência artificial nas projeções de inflação e juros. "A comunicação do Banco Central vai ser a discordância ou concordância com um modelo de inteligência artificial. O modelo diz isso e nós achamos isso, o que envolve uma forma radical de o BC se comunicar", disse.

Pedro Malan, por sua vez, destacou que a preocupação com a guidance e comunicados tem o objetivo de ancorar expectativas e exige coerência do discurso, porque a sociedade precisa saber que a intenção de estabilizar é forte e que será seguida com tenacidade. Ele ponderou, também, a sutileza das comunicações, porque não é trivial apontar limitações para a atuação do BC em função da necessidade de ação de outros Poderes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV