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Educação sobe 5,21% e é o grupo de maior impacto no IPCA de fevereiro, aponta IBGE

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Com os reajustes anuais das mensalidades de escolas e cursos, o grupo Educação avançou 5,21% em fevereiro e foi o que teve maior impacto (0,31 p.p.) no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do período, de 0,70%. Embora mais alto que em meses anteriores, o resultado é o menor para um mês de fevereiro desde 2020.

Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Junto com a alta no grupo Transportes (0,74% e 0,15 p.p.), os dois grupos representaram aproximadamente 66% do resultado do mês.

No ano, o IPCA acumula alta de 1,03% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,81%, abaixo dos 4,44% dos 12 meses imediatamente anteriores.

O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, ressalta que embora mais alto que em meses anteriores o resultado é o menor para um mês de fevereiro desde 2020 (0,25%).

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"Em fevereiro do ano passado, no IPCA de 1,31% houve uma pressão do grupo Habitação, em especial na energia elétrica, em função do fim do Bônus de Itaipu, o que não ocorreu no ano de 2026", explicou Fernando Gonçalves. "Ainda na comparação com o ano anterior, Educação acelerou ao registrar 5,21% em fevereiro de 2026 contra 4,70% de fevereiro de 2025", acrescentou.

Sozinho, o grupo Educação respondeu por cerca de 44% do índice do mês de fevereiro. A maior contribuição veio dos cursos regulares (6,20%), por conta dos reajustes habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações foram nos subitens ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%).

Energia elétrica sobe em mês de manutenção da bandeira verde

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O IBGE informou que a energia elétrica variou 0,33% em fevereiro, resultado de alguns reajustes regionais, em um período marcado pela permanência da bandeira tarifária verde. Em janeiro, o item havia registrado queda de 2,73%. O instituto anunciou que o IPCA acelerou de janeiro (0,33%) para fevereiro, marcando 0,70%.

O grupo Habitação apresentou variação de 0,3% em fevereiro, após a queda de 0,11% registrada em janeiro.

"Com a permanência da bandeira tarifária verde, a energia elétrica subiu 0,33% (...) A gente teve reajustes de mudança na forma de cálculo da CIP (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública)", disse Gonçalves, em entrevista coletiva para comentar os resultados. "Em março, será mantida a bandeira tarifária. Mas já foram anunciados reajustes no Rio de Janeiro, que já teve variação de 2,17% em fevereiro."

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A alta no grupo Habitação teve contribuição da taxa de água e esgoto (0,84%), com a apropriação dos reajustes regionais em Porto Alegre, Belo Horizonte, Campo Grande e São Paulo.

Por outro lado, o gás encanado apresentou recuo de 1,6% devido à incorporação de reduções nas tarifas no Rio de Janeiro e em Curitiba.

Locais com maiores e menores variações do IPCA

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Regionalmente, a maior variação do IPCA de fevereiro ocorreu em Fortaleza (0,98%), influenciada pela alta dos cursos regulares (6,83%) e da gasolina (2,95%).

A menor variação ocorreu em Rio Branco (0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-1,27%) e do automóvel novo (-0,85%).

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