Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Economistas do grupo de transição terão reunião com PT sobre PEC

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O quarteto de economistas do governo de transição discutirá ainda nesta semana com os negociadores políticos do PT os termos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição que autoriza a ampliação de despesas para o cumprimento de parte das promessas feitas durante a campanha pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

O diálogo acontece depois de mais de uma semana do anúncio oficial, feito pelo coordenador da transição, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, dos nomes dos quatro economistas do grupo de trabalho da economia -André Lara Resende, Guilherme Mello, Nelson Barbosa e Pérsio Arida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Por enquanto, não há uma definição fechada entre os quatro economistas sobre valores de gastos extras, mas o grupo pediu na noite de segunda-feira, em nota, acesso ao texto da PEC.

A manifestação pública dos economistas foi uma resposta à expectativa do mercado financeiro de que o valor da licença para gastar em 2023, fora do limite do teto de gastos, poderia ficar menor do que os R$ 175 bilhões estimados até agora. Esse é o valor da "licença" para gastar acertada pelo coordenador da negociação, o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), e o relator do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI).

A possibilidade de um valor de R$ 130 bilhões para ampliação de gastos, que circulou na equipe de Lula, foi antecipada na segunda-feira pela agência Bloomberg e confirmada pelo Estadão/Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Um gasto extra de até R$ 130 bilhões entrou nas conversas, embora haja diferentes visões do que é possível fazer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

'Incômodo'

A nota deixou claro que os economistas ficaram de fora das discussões do texto da PEC, o que foi percebido pelos analistas econômicos como um sinal de "incômodo" do grupo por não ter tido acesso até agora ao teor das discussões. Quando o nome deles foi formalizado para a transição, a expectativa era de que participassem ativamente das discussões em Brasília.

Uma das preocupações do grupo é justamente com o impacto da PEC da Transição, que é uma medida de transição como explicita o seu próprio apelido, na definição do novo arcabouço fiscal para substituir o teto de gastos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É que a proposta de retirada do gasto integral do programa Auxílio Brasil (que voltará a ser chamado de Bolsa Família no novo mandato de Lula) aumenta as despesas de forma permanente.

Entre os negociadores em Brasília, a avaliação é de que a PEC como está sendo desenhada pode dar conforto à discussão mais estrutural da regra do teto de gastos no ano que vem.

Ainda para esses negociadores, a proposta garante previsibilidade com a definição de que, o que vai ficar fora do teto, será o Auxílio Brasil - um gasto estimado em R$ 175 bilhões. Desse valor, seriam usados R$ 157 bilhões para o pagamento do benefício de R$ 600 e R$ 18 bilhões para garantir mais R$ 150 a cada criança de até seis anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No texto da PEC da Transição, não estaria fixado o valor do gasto do Auxílio Brasil, mas a licença fora do teto só poderia ser usada no programa social. Esse ponto impediria que eventuais sobras de recursos sejam remanejadas para outros gastos em 2023. A expectativa é de que a PEC em negociação com o Congressoseja apresentada ainda hoje.

Uma fonte da equipe de transição ponderou que o grupo dos economistas não é a "equipe da PEC", mas um grupo que vai tratar de uma série de temas econômicos, inclusive tributário.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV