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Economia do pente fino nos benefícios do INSS neste ano caiu para R$ 5,5 bi, diz Clayto Montes

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O secretário de Orçamento Federal substituto, Clayton Montes, informou nesta segunda, 25, que a economia esperada com ações nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no ano foi reduzida novamente, de R$ 6,8 bilhões para R$ 5,5 bilhões. No início do ano, o governo esperava poupar cerca de R$ 10 bilhões com as medidas.

Na coletiva de imprensa sobre os dados do 5º Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, a equipe econômica foi questionada sobre a credibilidade da economia projetada com o pente-fino em 2025, de R$ 25,9 bilhões, diante da frustração com os números para 2024. Montes afirmou, por sua vez, que as iniciativas fiscais que serão anunciadas pelo governo, classificadas por ele como "robustas", tornarão essa previsão para o próximo ano "crível".

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"Economia de R$ 25,9 bilhões vai se cumprir em 2025 tendo em vista medidas que serão anunciadas. Quando medidas forem anunciadas economia no próximo se mostrará bastante crível", respondeu. Nesse momento, os técnicos foram perguntados, então, se o pacote que será anunciado considera a economia já divulgada pelo governo para o próximo ano. O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, respondeu apenas que a coletiva não trataria do impacto orçamentário das iniciativas que ainda serão anunciadas pela equipe econômica.

Sobre a economia projetada para 2024, Montes atribuiu a frustração principal aos efeitos do Atestmed, que acabaram frustrando no que diz respeito aos gastos poupados. Ele lembrou que a projeção inicial era de uma economia de R$ 5,6 bilhões com o uso da ferramenta, valor que caiu para R$ 3,1 bilhões. "É crível pensar que desempenho do Atestmed para economia foi menor", disse o secretário.

Montes ainda declarou que as medidas fiscais que serão anunciadas pelo governo irão ajudar na melhoria do gasto público, já se refletindo no orçamento do próximo ano. "Será um pacote robusto", afirmou.

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