Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Durigan: é importante que credibilidade fiscal perseguida dê condições para BC decidir

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira ser importante que o avanço fiscal no País dê condições para que o Banco Central defina o patamar da taxa Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 17 e 18 de setembro. De acordo com ele, a decisão da autoridade monetária deve ser baseada nos dados e na economia real.

"É importante que a credibilidade fiscal e o equilíbrio fiscal que a gente tem buscado com tanta ênfase no Ministério da Fazenda dê condições para que o Banco Central tome sua decisão, respeitada sua competência, observando a consolidação e o avanço do fiscal do País", disse em entrevista à CNN Brasil. Ele reiterou que os dados de resultado primário, próximo da meta de déficit zero, pautam o BC na definição da taxa básica de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O secretário foi questionado sobre a tese disseminada de que a alta de 1,4% do PIB no segundo trimestre, divulgada nesta terça, fortalece a expectativa de aumento na Selic na próxima reunião do BC. Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a surpresa com o resultado do PIB acima do esperado praticamente moldou a curva de juros na manhã desta terça-feira, com o mercado não só embutindo nas taxas a possibilidade de uma alta de 0,5 ponto porcentual na Selic, como passando a analisar a possibilidade de um ciclo mais longo de aperto monetário, levando em conta ainda o risco fiscal doméstico.

Durante a entrevista, Durigan reforçou que a equipe econômica tem mostrado, com transparência, ser "perfeitamente possível" atingir a meta de déficit zero este ano, assim como no ano que vem. Para 2025, o secretário afirmou que o objetivo será o mesmo perseguido em 2024: de construção de uma nova relação entre Fisco e contribuinte, sem aposta em conflito; correção de distorções; e endereçar o tema da desoneração da folha dos 17 setores e dos municípios.

Ele também disse ter uma "pequena discordância" com o uso da expressão "expansionismo fiscal" usada pelo mercado para se referir às políticas econômicas adotadas pelo governo. "O que temos feito é a recomposição do fiscal e (saindo) de um déficit primário de R$ 230 bilhões no ano passado, muito causado pelo calote dos precatórios e calote dos governadores, e indo para um déficit próximo da meta zero", avaliou o secretário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV