Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar tem novo alívio em meio ao apetite por risco no exterior e IPCA-15

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar recua no mercado doméstico, alinhado à tendência no exterior, e monitora a desaceleração do IPCA-15 de maio, que veio mais fraco que as medianas estimadas pelo mercado na margem e em 12 meses.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,44% em maio, após ter avançado 0,60% em abril, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Estadão/Broadcast, que esperavam uma alta de 0,43% a 0,61%, com mediana positiva de 0,54%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 acumulou um aumento de 3,27% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 7,27%. As projeções iam de avanço de 7,19% a 7,43%, com mediana de 7,37%.

Segundo operadores, o resultado do indicador corrobora a sinalização do Banco Central de que a Selic poderá subir mais 0,75 ponto na reunião do Copom de junho. A perspectiva de nova alta do juro básico contribui para aliviar o dólar, pelo potencial de atratividade de recursos uma vez que deve aumentar o diferencial do juro interno em relação às taxas praticadas no exterior.

Lá fora, a moeda americana recua ante pares principais e moedas emergentes e ligadas a commodities diante do persistente apetite por ativos de risco, que volta a deixar os futuros de Nova York em alta e o rendimento dos Treasuries longos, em baixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os ativos financeiros americanos reagem a uma diminuição das preocupações dos investidores com a inflação no País, após sinais de autoridades do Fed de que a alta de preços nos EUA pode ser temporária devido a desequilíbrios entre demanda e oferta com o processo de reabertura da economia, e que o Fed agirá apenas se o movimento inflacionário sair do controle.

Mais cedo, o presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, afirmou que a demanda reprimida está tendo impacto nos preços. "Estamos observando se salários sofrerão pressão sustentada para cima", comentou. Segundo ele, a questão no momento não é mais o lado da demanda, mas o da oferta.

As atenções dos investidores devem se voltar ainda para a palestra do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto em evento do BTG (10h). Às 9h26, o dólar à vista caía 0,38%, a R$ 5,3034. O dólar futuro para junho recuava 0,28%, a R$ 5,3065.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV