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Dólar sobe mais e se aproxima de R$ 6,00 com sinais da China sobre tarifas de Trump

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O dólar acelerou o ritmo de alta e renovou máxima no período da tarde desta terça-feira, 8, tanto no mercado à vista quanto no futuro, diante da perspectiva de acirramento da disputa comercial global. Os juros futuros aceleraram a alta, renovando máximas em contratos curtos e intermediários, em movimento alinhado à piora do câmbio.

Há pouco, o ministério do Comércio chinês afirmou que o país está pronto "para lutar até o fim", caso o presidente norte-americano, Donald Trump, leve adiante a aplicação de sobretaxas.

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Terminou às 13 horas (de Brasília) o prazo dado pela Casa Branca para que a China desista de tarifas retaliatórias.

Em caso de negativa chinesa, os EUA ameaçaram impor tarifas adicionais de 50% a produtos chineses.

A China também iniciou uma disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as tarifas recíprocas.

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Com máxima a R$ 5,9949, há pouco o dólar à vista subia 1,36%, a R$ 5,9909. O dólar futuro para maio avançava 1,25%, a R$ 6,01500.

Na renda fixa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 tinha máxima de 14,360%, de 14,207% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2028 batia máxima de 14,18%, de 14,02%.

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