Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe com Ptax e fala dura de Loretta Mester no radar

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em alta na manhã desta quarta-feira, 31, puxado pela valorização externa em meio à defesa por investidores de interesses técnicos em torno da formação da última taxa Ptax mensal. O dólar mais forte lá fora e as quedas de commodities apoiam a demanda defensiva no câmbio interno, beneficiando os "comprados" em contratos cambiais, que apostaram no avanço das cotações.

Os investidores monitoram o avanço dos retornos dos Treasuries e a queda dos preços das matérias-primas, por preocupações com a desaceleração chinesa e apostas de que o Federal Reserve e o Banco Central Europeu devem continuar sendo agressivos na alta de juros para combater a inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Foi divulgado o relatório ADP mostrando que o setor privado nos Estados Unidos criou 132 mil empregos em agosto, menos da metade da previsão dos analistas (+300 mil vagas). Os investidores analisam ainda discurso da presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, que vota nas decisões de juros neste ano. Ela afirmou que é a favor de elevar juros acima de 4% até o começo de 2023 e que não espera que o Fed corte juros no próximo ano.

O euro ampliou perdas mais cedo e volta a perder a paridade com o dólar, após o salto da taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) da zona do euro para novo recorde, de 9,1% em agosto, contrariando expectativas de que ficaria estável em 8,9%. O avanço dos preços na região reforça expectativas de que o BCE terá de continuar elevando juros de forma agressiva.

No mercado interno, os investidores monitoram a taxa de desocupação no Brasil, que ficou em 9,1% no trimestre encerrado em julho, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio idêntico à mediana das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam um intervalo entre 9,5% e 8,8%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em igual período de 2021, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 13,7%. No trimestre encerrado em junho de 2022, a taxa de desocupação estava em 9,3%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.693 no trimestre encerrado em julho - queda de 2,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 260,699 bilhões no trimestre até julho, alta de 6,1% ante igual período do ano anterior.

Às 9h25 desta quarta-feira, o dólar à vista subia 0,92%, a R$ 5,1602. O dólar para outubro ganhava 0,62%, a R$ 5,1980.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV