Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe com petróleo fraco e apetite por risco externo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em alta no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 27, acompanhando o ajuste positivo externo da divisa americana frente a pares emergentes do real ligados a commodities diante da queda do petróleo.

A commodity ainda ecoa sinais recentes de avanço diplomático nas negociações entre EUA e Irã para encerrar a guerra, embora nada de concreto ainda tenha sido anunciado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os juros futuros oscilam perto dos ajustes da véspera em meio à queda dos rendimentos dos Treasuries e o IPCA-15 de maio acima da mediana das estimativas do mercado na margem e em 12 meses.

O IPCA-15 subiu 0,62% em maio, acima da mediana das estimativas do mercado financeiro (0,56%) e do intervalo projetado, entre 0,44% e 0,68%. Em 12 meses, a inflação acelerou para 4,64%, também acima da expectativa mediana (4,59%) e próxima ao teto das projeções, que variavam de 4,48% a 4,71%.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 1,1 ponto em maio em comparação a abril, para 97,1 pontos, segundo o Ibre/FGV. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,1 ponto, para 96,6 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) alertou que interrupções no tráfego do Estreito de Ormuz já elevam os custos de petróleo, gás, fertilizantes e sementes, pressionando os preços agrícolas globais. A implicação é de maior inflação de alimentos e aumento das despesas de importação, sobretudo em países dependentes de insumos externos na África e Ásia, ampliando riscos econômicos e sociais em regiões já afetadas por endividamento e eventos climáticos.

O governo e Congresso avançaram em um acordo para renegociação das dívidas rurais, reduzindo a chance de edição de MP. O texto de consenso deve ser votado hoje na CAE do Senado como substitutivo ao PL 5.122/2023. Entre os pontos acertados estão critérios para adesão dos produtores, retirada do Fundo Social do Pré-Sal como fonte de recursos, até dois anos de carência e prazo de dez anos para pagamento.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV