Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe com exterior, Lula e Campos Neto no radar

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em alta na reabertura do mercado à vista pós-feriado local, ajustando-se à valorização no exterior na manhã desta segunda-feira, 24, e também na sexta-feira (21) ante algumas moedas emergentes ligadas a commodities em meio a expectativas de novas elevações de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) diante dos sinais de resiliência da economia nos Estados Unidos.

Os investidores olham o índice de atividade nacional de Chicago, em dia de agenda mais fraca. O mercado acompanhou mais cedo o Boletim Focus, com piora nas estimativas de inflação apenas para 2023 (de alta de 6,01% para 6,04%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A agenda da semana esquenta a partir de terça-feira, 25, com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de audiência pública na Comissão de Assuntos econômicos )CAE) do Senado, para explicar o nível elevado da Selic, hoje em 13,75%. E o IPCA-15 será publicado na quarta-feira, 26, mesmo dia em que o

presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que deve ser lido em plenário na Casa o requerimento para a instalação da CPMI dos atos golpistas.

Em Portugal, hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva repetiu a uma plateia de empresários brasileiros e portugueses, que o "Brasil tem um problema que é a taxa de juros muito alta". O presidente disse que o nível de juros atual desestimula investimentos e impede o consumo. Em seguida, Lula defendeu um ciclo de estímulo à economia que passe pelo consumo das classes menos favorecidas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sexta-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), voltou a se dirigir a Campos Neto e pedir a redução da taxa básica de juros brasileira. Campos Neto, por sua vez, reforçou que há inflação de demanda no Brasil justificando o atual patamar da Selic e a situação fiscal do Pais é outro elemento entre as justificativas dos juros altos.

Às 9h34 desta segunda, o dólar à vista subia 0,18%, a R$ 5,0676. O dólar para maio ganhava 0,25%, a R$ 5,0705.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV