Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar sobe com aversão ao risco, mas desacelera ante IBC-BR e PPI dos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar desacelerou a alta e registrou mínima a R$ 5,4399 na manhã desta quinta-feira, 14. O ajuste ocorreu em meio à atualização das projeções econômicas internas pelo ministério da Economia e a divulgação do índice de inflação ao produtor (PPI) dos EUA de junho, que subiu 1,1% ante maio, acima da previsão dos analistas do mercado (+0,8% M/M) - mas seu núcleo teve alta de 0,3%, menor que as projeções (+0,5% M/M).

O IBC-BR de maio veio abaixo das medianas esperadas pelo mercado na margem e interanual. A economia brasileira marcou o segundo mês consecutivo de contração em maio, conforme o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O indicador caiu 0,11%, considerando a série livre de efeitos sazonais. Em abril, a queda havia sido de 0,64% (dado revisado hoje).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De abril para maio, o índice de atividade calculado pelo BC passou de 142,13 pontos para 141,97 pontos na série dessazonalizada. Este é o menor patamar desde fevereiro (141,62 pontos). O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas do mercado financeiro, positiva em 0,10%, na pesquisa Projeções Broadcast, mas dentro do intervalo das previsões, que iam de queda de 1,10% a alta de 0,90%.

Na comparação entre os meses de maio de 2022 e de 2021, houve crescimento de 3,74% na série sem ajustes sazonais. Esta série registrou 142,90 pontos no quinto mês do ano, o melhor desempenho para o período desde 2014 (147,14 pontos). O indicador de maio de 2022 ante o mesmo mês de 2021 também ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam de avanço de 2,10% a 4,70%, mas aquém da mediana positiva de 4,00%.

No exterior, os investidores operam ainda sob impacto do susto com a inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos bem acima do esperado em junho, enquanto aguardam a fala do diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller (vota). Os preços do petróleo registram quedas firmes em Nova York e Londres, mas o dólar avança ante a maioria das divisas pelo mundo, inclusive ante as de países emergentes e exportadores de commodities. Os principais índices futuros da bolsa de Nova York ampliaram quedas após frustração com balanços do JPMorgan e Morgan Stanley.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O JPMorgan Chase, maior banco dos EUA, disse nesta quinta-feira que irá temporariamente suspender recompras de ações, como parte de esforços para recompor seu capital e cumprir exigências de testes de estresse.

Na noite desta quarta-feira, 13, a Câmara aprovou em segundo turno a PEC que decreta estado de emergência no País para respaldar a concessão e ampliação de uma série de benefícios sociais às vésperas da eleição. Com custo de R$ 41,2 bilhões fora do teto de gastos, a PEC segue agora para a promulgação do Congresso Nacional.

Às 9h38 desta quinta-feira, o dólar à vista desacelerava a alta a 0,72%, cotado a R$ 5,4452, ante máxima a R$ 5,4769 (+1,32%). O dólar para agosto ganhava 0,94%, a R$ 5,470, ante máxima a R$ 5,5010 (+1,53%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV