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Dólar reduz queda puxada por China devido guerra comercial dos EUA e risco fiscal

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O dólar desacelerou na manhã desta quarta-feira, 16, a queda intradia ante o real decorrente da reação positiva aos dados de atividade da chinesa positivos no 1º trimestre. Investidores adotam cautela diante da escalada nas ameaças dos EUA à China na guerra comercial. Os juros futuros oscilam perto dos ajustes anteriores, ponderando o recuo dos retornos dos Treasuries e da divisa americana e preocupações com as contas públicas após a apresentação do Projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026.

A China está sujeita a pagar tarifas de até 245% para exportar seus produtos para os EUA caso tome novas medidas retaliatórias, alertou a Casa Branca. Atualmente, a tarifação dos EUA sobre importações chinesas é de 145%.

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A China exige que os EUA adotem uma postura mais respeitosa e coerente antes de retomar negociações comerciais e nomeou um novo negociador comercial de alto escalão, Li Chenggang, que será o provável interlocutor nas negociações que Pequim espera iniciar com Washington.

A União Europeia (UE) precisa se preparar para mais tarifas americanas enquanto as autoridades do bloco ainda tentam fechar um acordo comercial com o governo Trump, disse o comissário europeu de Democracia, Justiça, Estado de Direito e Defesa do Consumidor, Michael McGrath.

O presidente dos EUA, Donald Trump, se reunirá nesta quarta-feira com autoridades do Japão para negociar tarifas, custo do apoio militar americano e um acordo comercial "justo".

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A ASML registrou 3,94 bilhões de euros em pedidos de semicondutores no 1º trimestre de 2025, alta de 9,1% em relação ao ano anterior.

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) recuou 0,04% na segunda prévia de abril, menos intensa que a de 0,28% observada na mesma leitura do mês passado.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a 0,49% na segunda quadrissemana de abril, após registrar alta de 0,46% no período anterior.

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