Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar reduz alta com ajustes, mas predomina a cautela com exterior

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar desacelerou a alta intradia na manhã desta terça-feira, 12, com uma realização de ganhos pontual. Mas o sinal de alta não foi perdido diante da valorização do dólar ante pares principais e divisas emergentes e ligadas a commodities no exterior em ambiente de cautela persistente antes dos dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos em junho, que saem na quarta-feira (13) e devem levar o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o mercado a recalibrarem suas previsões sobre o ritmo do aperto de juros nos EUA.

Persistem ainda temores com o quadro restritivo contra a covid-19 na China e Hong Kong, que eleva riscos de recessão e pode realimentar a inflação global. Contudo, investidores realizam parte dos ganhos recentes com a moeda americana em meio à espera ainda de votações da PEC dos Benefícios na Câmara, da LDO de 2023 no Senado e monitoram o ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência sobre combustíveis em comissão do Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, admitiu nesta segunda-feira esperar que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), medido pelo Departamento do Trabalho, apresente uma taxa "altamente elevada" em junho. A constatação, segundo a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, vem por causa dos altos custos dos combustíveis no mês passado.

A aposta de alguns agentes do mercado é de que o índice cheio do CPI deve mostrar novo pico e manter a inflação anual acima de 8%, nos maiores níveis em quatro décadas. O temor é que a disparada da inflação force o Fed a continuar sendo agressivo no aumento de juros e acabe levando os EUA à recessão.

Em maio, o CPI saltou 1,0% na margem e marcou, em 12 meses, inflação de 8,6% - a maior desde dezembro de 1981. Na ocasião, o índice foi penalizado por preços de energia e alimentos. Para a leitura de junho, a pesquisa do Wall Street Journal aponta para um consenso ainda mais alto: taxa mensal de 1,1% e anual de 8,8%. Contudo, é esperado algum alívio no núcleo do índice, de 0,6% a 0,5% no mês e de 6,0% a 5,7% no ano

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta manhã, o euro se enfraqueceu e se aproximou ainda mais da paridade em relação ao dólar após a divulgação do índice ZEW de expectativas econômicas da Alemanha, que caiu mais do que o esperado em julho, a -53,8 pontos. Já o iene segue perto dos menores níveis desde 1998, após encontro hoje da secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, com o ministro das Finanças do Japão, Shunichi Suzuki, que concordaram em "cooperar em questões cambiais".

Os investidores locais estão analisando ainda os dados do setor do Serviços no País. O volume de serviços prestados subiu 0,9% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o resultado do indicador foi revisto de 0,2% para -0,1%. O resultado de maio superou a mediana de 0,2% do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, ficando perto do teto, de 1,0%. O piso do intervalo era uma queda de 1,2%.

Na comparação com maio do ano anterior, houve elevação de 9,2% no volume de serviços em maio de 2022, já descontado o efeito da inflação. Nessa comparação, as previsões eram de uma elevação de 3,8% a 13,1%, com mediana positiva de 8,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Às 9h38 desta terça, o dólar à vista tinha alta de 0,32%, a R$ 5,3877, após máxima a R$ 5,3947 (+0,44%) e mínima a R$ 5,3717 (+0,01%). O dólar agosto subia 0,17%, a R$ 5,4155.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV