Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar recua em linha com exterior, mas fala de Bullard pesa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em baixa moderada frente ao real nesta quarta-feira, 3, acompanhando o sinal de queda predominante no exterior, após o fim da visita da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, a Taiwan. As perdas do dólar ante euro e libra diminuíram e o ganho frente o iene se ampliou há pouco, reagindo a novos comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de St. Louis, James Bullard.

Ele defendeu hoje que os juros nos EUA atinjam patamar entre 3,75% e 4% ainda este ano, de 2,25% a 2,50% atualmente, sinalizando mais aperto monetário forte em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ontem, o dólar se fortaleceu globalmente e fechou com avanço de 1,94%, a R$ 5,2792 no mercado à vista, após outras dirigentes do Fed, como Mary Daly e Loretta Mester, reforçarem as avaliações de que o BC norte-americano pode elevar os juros em 75 pontos-base em setembro, embora elas não sejam majoritárias.

A expectativa com o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), que sai depois das 18h30, limita a movimentação nos juros e câmbio.

A aposta majoritária do mercado é a de que a Selic será elevada de 13,25% para 13,75% ao ano e cresce a corrente no mercado financeiro que espera que o ciclo continue em setembro, para buscar uma inflação "ao redor" do centro da meta (3,25%) em 2023.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para economistas consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o BC deve ao menos deixar a porta aberta para um novo aperto da Selic diante do estouro das expectativas inflacionárias, das surpresas com a atividade econômica e do enfraquecimento do teto de gastos.

Com um aumento em setembro, a taxa chegaria ou ficaria bem próxima do seu último pico, de 14,25%, que durou de julho de 2015 a outubro de 2016.

Às 9h28, o dólar à vista caía 0,40%, a R$ 5,2586. O dólar futuro para setembro recuava 0,42%, a R$ 5,3010.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV