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Dólar recua com relato de plano de trégua no Oriente Médio e coletiva de Trump no radar

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O real e pares emergentes se valorizam diante da queda global do dólar e dos preços do petróleo e ajudam a pressionar os juros intermediários e longos para baixo, após relatos de proposta de cessar-fogo de 45 dias entre Irã e EUA, com reabertura do Estreito de Ormuz, mediada por Egito, Paquistão e Turquia. No radar está também uma entrevista coletiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às 14h desta segunda-feira, 6, para falar sobre a guerra no Irã.

Israel atacou uma grande usina petroquímica no campo de gás South Pars, no Irã, elevando tensões e colocando em risco negociações de cessar-fogo com os EUA.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ao The Wall Street Journal não estar preocupado com a população iraniana, após ameaçar destruir usinas elétricas e pontes do país caso Teerã não reabra o Estreito de Ormuz até a noite de terça-feira, 7.

O chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Mohammad Eslami, acusou a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) de inação e disse que isso "encoraja" EUA e Israel. O dirigente chamou de "crime de guerra" ataque perto da usina de Bushehr.

Também às 14h, no Brasil, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, faz palestra na abertura do XII Seminário Anual de Política Monetária, do IBRE/FGV no Rio.

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No boletim Focus, as medianas indicam que o IPCA deve acumular alta de 1,34% no trimestre de março a maio de 2026. Para o IPCA de 2026, a mediana subiu pela quarta vez seguida, de 4,31% para 4,36%, pressionada por incertezas no Oriente Médio e alta do petróleo, mas ainda abaixo do teto da meta (4,50%). Para 2027, a projeção avançou de 3,84% para 3,85%.

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal acelerou em todas as sete capitais pesquisadas na última quadrissemana de março, subindo 0,67% no encerramento do mês passado, segundo a FGV.

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