Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar recua com petróleo forte e queda do IPCA de 2025 no Focus, antes de BCs e Haddad

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em baixa no mercado à vista na manhã desta segunda-feira, 12, em meio à queda do iene e da mediana do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2025 no boletim Focus, a primeira baixa desde março. Os ajustes refletem ainda o apetite por ativos de risco em Nova York. O mercado de câmbio se alinha à valorização leve de outras divisas emergentes ante o dólar, como peso mexicano, peso chileno e rand sul africano em manhã de persistente alta do petróleo após relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Com a agenda esvaziada lá fora hoje e as expectativas pela leitura do índice de inflação ao consumidor dos EUA em julho, na quarta, os investidores ficam atentos a palestras de dirigentes do Banco Central, incluindo o presidente Roberto Campos Neto e o diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo, seu possível sucessor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na sexta-feira, os juros curtos subiram, após o IPCA mais forte que o esperado em julho elevar as apostas em aumentos na taxa Selic nos próximos meses. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também participará de evento no começo da tarde.

No Focus, as projeções do mercado apontam alta para o IPCA 2024 de 4,12% para 4,20%, enquanto para 2025 indicam ligeira baixa de 3,98% para 3,97% - a primeira queda desde a edição de 25 de março (3,52% para 3,51%). A mediana de IPCA 2024 atualizada nos últimos 5 dias úteis passou de 4,19% para 4,22% e, para 2025, de 4,0% para 3,9%. A mediana de IPCA de agosto de 2024 passou de 0,11% para 0,10%; e para setembro de 2024 subiu de 0,21% para 0,22%. A estimativa para a Selic no fim de 2024 continua em 10,5% ao ano e para 2025, em 9,75%, enquanto para o dólar as projeções continuam em R$ 5,30, respectivamente.

O risco fiscal do governo Lula segue no foco em meio à retomada dos trabalhos no Congresso. A Câmara deve voltar a votar projetos amanhã. Nesta e na última semana de agosto, a Casa vai fazer um esforço concentrado para aprovar as propostas de interesse da Mesa Diretora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer aprovar uma nova etapa da regulamentação da reforma tributária e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que endurece o combate às facções criminosas neste segundo semestre. No Senado, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pautou para quarta-feira a apreciação da Proposta de Emenda à Constituição nº 65, que dá autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central.

São esperados ainda nos próximos dias no Brasil os dados de junho do volume de serviços, amanhã; o resultado do varejo restrito e ampliado, na quarta; o IGP-10 de agosto e o IBC-Br de junho, na sexta-feira.

Às 9h41, o dólar à vista caía 0,34%, a R$ 5,4963. O dólar para setembro recuava 0,27%, a R$ 5,5090.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV