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Dólar recua com alívio do petróleo e à espera de Fed e Copom

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O dólar opera em baixa ante o real na manhã desta quarta-feira, 16, revertendo parte da alta anterior, em meio ao leve apetite por risco no exterior, estimulado pela queda do petróleo, que reduz, por ora, os temores inflacionários e favorece a alta das bolsas internacionais e a baixa dos rendimentos dos Treasuries. Às 9h20, o dólar à vista caía 0,16%, a R$ 5,1467.

Os mercados aguardam a decisão do Fed, às 15h, com a alta de juros já amplamente precificada, e a coletiva do presidente da instituição, Kevin Warsh (15h30). No Brasil, para a decisão do Copom, após 18h30, as apostas majoritárias são de corte de 0,25 ponto porcentual da Selic, para 13,75% ao ano, deixando em aberto, no comunicado, os próximos passos diante da desaceleração da economia doméstica.

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O IBC-Br caiu 0,22% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, resultado pior que a mediana das projeções, de queda de 0,10%, com estimativas entre baixa de 0,40% e alta de 0,40%. Na comparação anual, o índice subiu 1,14%, sem ajuste sazonal.

A inflação medida pelo IGP-10 subiu 1,47% em setembro, após queda de 0,51% em agosto, próximo ao teto das estimativas, cuja mediana era de 1,15%. A alta foi puxada pelos preços no atacado, com o IPA-10 avançando 1,90%, em meio à antecipação de compras de grãos diante das incertezas climáticas associadas ao El Niño. O IPC-10 subiu 0,44% e o INCC-10, 0,50%. No ano, o índice acumula alta de 2,97% e, em 12 meses, de 3,29%.

No corporativo, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra do Banco Travelex pelo grupo StoneX. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

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No Oriente Médio, os EUA e os houthis retomaram contatos em Omã, sinalizando tentativa de preservar o cessar-fogo de 2025 e evitar novos ataques à navegação no Mar Vermelho, embora o compromisso não se estenda aos navios sauditas.

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