Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar recua ante sinais de fluxo estrangeiro para moedas ligadas a commodities

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em baixa ante o real e outros pares emergentes exportadores de matérias-primas no exterior, em manhã de ganhos do petróleo e recuo dos rendimentos dos Treasuries nos EUA. Um fluxo de investidores estrangeiros pode estar ajudando a apoiar o dólar mais fraco ante o real, peso chileno, peso mexicano, lira turca, rand sul africano na manhã desta sexta-feira, 11, e a dar impulso ao Ibovespa futuro, que está na contramão da queda dos futuros de Nova York e bolsas europeias em meio cautela com expectativas de um aperto de juros mais agressivo pelo Federal Reserve no ano, a partir de março.

Os investidores locais olham ainda o IBC-BR de dezembro e de 2021, divulgado na abertura dos negócios. Mas o foco ficará no presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, após o tom conservador da ata do comitê de Política Monetária (Copom) e especialmente as declarações do diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, defendendo "ajustes adicionais" além de março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Campos Neto participará de evento do Esfera Brasil em São Paulo, a partir das 12h30, e a expectativa é de que mantenha a linha mais "hawkish" após o mercado já ter mexido nas suas apostas em um ciclo mais longo da Selic.

O IBC-BR, prévia do BC para o PIB do País, subiu 0,33% em dezembro ante novembro, com ajuste, vindo abaixo da mediana do mercado de 0,60%, mas dentro das projeções (0,10% a 0,90%). O IBC-BR de dezembro com ajuste ficou em 139,73 pontos e é o maior desde fevereiro de 2021 (141,05 pontos).

No ano passado, o IBC-BR avançou 4,50%, sem ajuste - acima da mediana de 4,30% das projeções (4,20% a 4,70%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Preocupações com o cenário fiscal, por causa da PEC dos Combustíveis, continuam como pano de fundo dos negócios. O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que tem certeza de que a proposta "vai passar por unanimidade" no Congresso. E o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a autonomia para os Estados definirem a alíquota do ICMS sobre os combustíveis. Os senadores devem pautar dois projetos de lei sobre o tema na próxima semana. Os governadores apoiam o pacote, mas resistem a mexer no tributo.

Às 9h23 desta sexta, o dólar à vista caia 0,64%, a R$ 5,2072. O dólar para marco recuava 0,73%, a R$ 5,2275.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV