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Dólar recua ante real em meio a alívio em juro de Treasury curto e alta do petróleo

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O dólar passou a operar em queda, após ficar volátil nos primeiros negócios. Os investidores ajustam posições em meio à alta do petróleo por incertezas sobre quando o Estreito de Ormuz será reaberto, o que causa temores sobre a oferta no Oriente Médio.

A alta do petróleo favorece exportadoras e petroleiras, como a Petrobras, sustentando fluxo para ações, enquanto leilões do Tesouro podem apoiar o real. Por volta das 9h30 desta terça-feira, 17, o dólar à vista recuava 0,58%, cotado a R$ 5,1990.

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Já os Treasuries sobem levemente com expectativa de juros altos por mais tempo, em meio à guerra no Oriente Médio. A Moody's alerta que os EUA podem entrar em recessão em até 12 meses se o petróleo seguir elevado. O cenário, agravado pela guerra no Oriente Médio, pressiona a economia e um mercado de trabalho já fraco, com risco acima de 50%.

No radar estão ainda as decisão de juros de vários BCs, como o Copom e o Federal Reserve, na quarta (18).

Na segunda, 16, o dólar à vista caiu 1,63% e fechou a R$ 5,2298, após ter subido cerca de 3% nas duas sessões anteriores, acima de R$ 5,30. A queda do petróleo e a redução de tensões no Oriente Médio favoreceram ativos de risco e o real. O movimento foi reforçado pelo desmonte de hedge após o fim de semana. No mês, o dólar ainda sobe cerca de 1,2%, mas cai cerca de 5,2% no ano.

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Na agenda local, o Índice Geral de Preços - 10 registrou queda de 0,24% em março, após recuo de 0,42% em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Os analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast esperavam uma queda de 0,28%, segundo a mediana das estimativas.

Pesquisa do BTG Pactual mostra que 71% do mercado espera corte de 0,25 p.p. da Selic pelo Copom; 17% veem -0,50 p.p. e 12% projetam manutenção em 15%.

O INSS suspendeu novos consignados do Banco C6 após identificar irregularidades como venda casada em contratos com aposentados. O órgão exige devolução de R$ 300 milhões e condiciona a retomada à restituição dos valores cobrados indevidamente.

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O Banco Central nomeou a EFB Regimes Especiais de Empresas como liquidante do Banco Master Múltiplo S.A., que entrou em liquidação extrajudicial nesta terça-feira.

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