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Dólar oscila em meio a 'casadão' do BC e cautela externa

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O dólar à vista perdeu força e registrou baixa, após abrir a quarta-feira, 9, com leve alta, em ajuste depois de fechar na terça-feira abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez desde 7 de agosto, acumulando queda de 1,82% nos cinco primeiros pregões de setembro. Há pouco, a divisa voltava a rodar perto da estabilidade, com viés positivo.

No radar está o "casadão" do BC, das 9h20 às 9h25, com venda de até US$ 1 bilhão à vista e oferta de até 20 mil swaps reversos, também de US$ 1 bilhão, operação que amplia a liquidez.

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No exterior, os rendimentos dos Treasuries sobem e o petróleo Brent avança a US$ 100, em meio à tensão entre EUA e Irã, que eleva a cautela com inflação e juros globais. No mercado doméstico, investidores monitoram também a crise no STF.

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF e de Leandro Almada da Costa ao cargo de diretor de Inteligência Policial da PF. Os dois haviam sido afastados por liminar do ministro André Mendonça.

Dino também proibiu novas cautelares contra ambos por atos praticados no exercício regular das funções e alertou que eventual resistência à ordem poderá gerar consequências legais.

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A OAB do Distrito Federal abriu procedimento ético-disciplinar contra os sócios titulares do escritório Barci e Barci, ligado à família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, pede bom senso na crise no STF, alertando risco às instituições e ao desenvolvimento, e defende direito de defesa e sem influência partidária.

Na agenda, o IPC-S acelerou nas 7 capitais na 1ª quadrissemana de setembro e passou de -0,37% para 0,51%, com maiores altas em Porto Alegre (0,79%) e Rio (0,73%).

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou MPs abrindo R$ 6,605 bilhões em créditos extraordinários para subsídios a combustíveis (sendo R$ 5,607 bilhões para o diesel) e R$ 375 milhões para operações do Pronaf.

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