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Dólar fica perto da estabilidade em dia de Ptax

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O dólar opera perto da estabilidade na manhã desta quinta-feira, 30, com viés de alta, diante da desvalorização externa da divisa americana e queda do petróleo em meio à disputa técnica pela formação da taxa Ptax do fim de abril. Por volta das 9h30, a moeda americana oscilava ao redor de R$ 4,98 (+0,07%).

Os juros futuros recuam em linha com o petróleo e os rendimentos dos Treasuries com a falta de um acordo entre EUA e Irã para reabertura do Estreito de Ormuz e o fim da guerra no Oriente Médio. Na quarta, 29, o Copom cortou a Selic em 25 pontos-base, a 14,50% ao ano, pela segunda vez seguida. O comitê adotou tom mais cauteloso ao sinalizar riscos inflacionários e possível redução do ritmo de afrouxamento.

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Mais cedo, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve nesta quinta-feira a taxa básica de juros em 3,75% por 8 votos a 1 e indicou que pode elevar os custos de empréstimos em breve, diante da alta da inflação impulsionada pelo conflito no Oriente Médio. Segundo a ata, o único voto dissidente foi de Huw Pill, economista-chefe da instituição, que defendeu um aumento de 0,25 ponto porcentual, para 4%.

Na quarta, o Fed decidiu manter os juros na faixa entre 3,50% e 3,75% pela terceira vez consecutiva, como o esperado, em meio à pressão inflacionária pelo conflito no Oriente Médio. Dólar e juros dos Treasuries aceleraram ganhos durante o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell.

Em sua última reunião como líder do banco, Powell alertou que o choque nos preços de energia nos Estados Unidos pode se agravar. Ele disse que o movimento pode impulsionar inflação e desemprego.

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Investidores locais analisam ainda dados do setor público consolidado, que registrou superávit de R$ 6,6 bilhões (0,21% do PIB) no primeiro trimestre de 2026. Em 12 meses até março, porém, houve déficit de R$ 137,1 bilhões, equivalente a 1,06% do PIB, pior que os 0,41% do PIB em fevereiro.

O Banco Central decretou nesta quinta a liquidação extrajudicial da Frente Corretora de Câmbio, citando o comprometimento da situação econômico-financeira da empresa e "graves violações às normas legais e regulamentares que disciplinam a sua atividade."

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