Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dólar encerra em leve baixa, em sintonia com movimento global

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar à vista escalou a R$ 5,19, no maior nível intradia desde 30 de março, na tarde desta terça-feira, 9, assim que o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos responderiam ao ataque do Irã que derrubou um helicóptero do país. Com o passar das horas, porém, sem confirmação de retaliação, o estresse do mercado diminuiu, ajudado também pela perda de força do dólar frente a pares fortes.

O dólar à vista fechou a R$ 5,1775 (-0,05%), após mínima de R$ 5,1508 (-0,56%) pela manhã e máxima de R$ 5,1935 (+0,20%) à tarde. Por volta das 17h, o contrato futuro do dólar para julho cedia 0,36%, a R$ 5,2050, e o índice DXY, que mede a divisa americana contra seis pares fortes, recuava 0,08%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O especialista em soluções de investimentos da Monte Bravo, Rodrigo Franchini, afirmou que notícias sobre a guerra no Oriente Médio têm aumentado a volatilidade e que, nas últimas semanas, as declarações de Trump seguem um padrão de "fala e não fala, vai e não vai".

Os acontecimentos desta terça-feira ilustram esse cenário. O mercado amanheceu com a declaração de Trump de que um acordo com o Irã estaria próximo, com "uma boa chance" de um pacto ser assinado em "dois ou três dias".

Contudo, por volta das 13h40, os ativos inverteram o comportamento positivo e o dólar à vista escalou a R$ 5,19 após o republicano publicar, na Truth Social, que os EUA revidariam um ataque do Irã, que derrubou um helicóptero americano no Estreito de Ormuz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"É óbvio que isso joga o risco e a volatilidade para cima, mas, conforme as horas vão passando, o mercado vai ficando menos arredio", afirma Franchini.

O câmbio operou volátil nesta tarde, entre leve alta e leve baixa, ponderando dois pontos: a mudança de narrativas envolvendo o conflito no Oriente Médio e o fato de que o dólar já vem acumulando uma alta de mais de 2,6% no mês de junho.

Para o analista Rafael Passos, da Ajax Asset, o retorno do dólar para terreno negativo após o ruído envolvendo Trump e Irã é justificado pela "recuperação do real, após alta do dólar dos últimos dias". Contudo, ele acrescenta que o recuo dos rendimentos dos Treasuries e a queda do DXY ajudam os emergentes de maneira geral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Observando o comportamento do petróleo, a visão prevalecente, por ora, é de leve otimismo sobre as negociações envolvendo EUA e Irã. O contrato futuro do Brent para agosto fechou em baixa de 2,97%, a US$ 91,45 o barril. Adicionando visão benigna aos mercados, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que o tráfego marítimo pelo trecho de Ormuz está aumentando "de forma muito significativa" conforme o conflito com o Irã continua.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV