Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar cai por alívio em juro dos Treasuries, mas minério fraco e riscos locais limitam

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar opera em queda no mercado à vista nesta sexta-feira, 21, na esteira do alívio nos rendimentos dos Treasuries. O mercado de câmbio ajusta-se ainda ao recuo da divisa norte-americana frente a pares emergentes do real, como os pesos chileno, mexicano, colombiano e o rand sul-africano, que abre espaço para uma realização de lucros.

Na quinta, o dólar à vista subiu a R$ 5,4619, maior nível desde setembro de 2022, por inquietação dos investidores com o risco fiscal, a sucessão no Banco Central e a aceleração da alta da moeda norte-americana e dos rendimentos dos Treasuries à tarde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No entanto, a queda de 1,7% do minério de ferro na China e de 1,60% em Cingapura, além da valorização da moeda americana ante euro, libra e iene servem de contraponto, limitando a recuperação do real e de seus pares emergentes.

Os investidores elevam a cautela com a atividade econômica na Europa e Japão, após a frustração dos investidores com os resultados abaixo dos previstos de PMIs nessas regiões, que reforçam a chance de corte de juros pelo BCE. No radar está a leitura preliminar dos PMIs composto, industrial e de serviços dos EUA referentes a junho (10h45).

Na quinta, o Departamento do Tesouro dos EUA incluiu o Japão em sua lista de monitoramento de práticas cambiais e políticas macroeconômicas, ao lado de China, Malásia, Cingapura, Taiwan, Vietnã e Alemanha. O monitoramento visa garantir que os países não estão interferindo ativamente no câmbio para obter vantagens comerciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vice-ministro de Finanças para Assuntos Internacionais do Japão, Masato Kanda, considera eficaz a intervenção cambial de 9,7 trilhões de ienes anunciada no final de maio para responder às flutuações excessivas causadas pela especulação. Ele destacou a disponibilidade ilimitada de fundos para tomar as medidas necessárias e afirmou que o governo continuará a responder firmemente a flutuações excessivas no futuro. Além disso, Kanda disse ser necessário monitorar de perto o impacto das decisões monetárias do Fed e de cada banco central nas taxas de câmbio.

Em relação ao BC, a partir de janeiro de 2025, o atual presidente Roberto Campos Neto será substituído por um indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e sete dos nove membros do Copom também terão sido indicados pelo Planalto.

Quanto ao Copom, a unanimidade de votos pela manutenção da taxa Selic em 10,50% na quarta-feira foi criticada pelo presidente Lula ontem. Tem sido ventilado ainda o nome de André Lara Resende como favorito no governo, enfraquecendo o nome do diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, que votou pela manutenção da Selic nessa semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Às 9h59, o dólar à vista caía 0,41%, a R$ 5,4397. O dólar futuro para julho cedia 0,28%, a R$ 5,4425.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV