Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dólar cai mais de 1% com ajustes pós Copom; dados dos EUA e local limitam ajustes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar caiu mais de 1% com ajustes pós Copom mais duro nos primeiros negócios e ao exterior positivo. Mas a queda perde força após dados dos Estados Unidos que apoiam o fortalecimento dos retornos dos Treasuries de dois e dez anos em Nova York. Os pedidos de auxílio-desemprego americano caíram 14 mil na semana, a 385 mil, em linha com a previsão dos analistas, mas o déficit da balança comercial do país subiu a US$ 75,7 bilhões em junho, acima do esperado (US$ 74,2 bilhões).

O Copom confirmou as apostas do mercado e elevou a Selic em 1 ponto, a 5,25 pontos base e já contratou nova alta na mesma magnitude para setembro, trazendo pressão de baixa na abertura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os investidores se anteciparam ainda à possibilidade de atração de capitais estrangeiros para o Brasil pelo aumento do diferencial de juros interno e externo, uma vez que os EUA e países europeus indicam continuidade dos juros baixos e dos estímulos monetários. Após as recentes mensagens "dovish" do Fed e do BCE, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidiu hoje manter também sua taxa básica de juros inalterada, em 0,10%, bem como o tamanho de seu programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês), em 895 bilhões de libras.

Mas os problemas político institucional e fiscal no Brasil seguem no foco dos investidores e tendem a afetar o volume de possíveis entradas de recursos - e também podem limitar a queda do dólar durante o dia. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse ontem à tarde que o Fundo Brasil, que será criado para bancar o pagamento de precatórios e benefícios sociais, não precisa estar dentro do teto de gastos, dispositivo que proíbe que as despesas cresçam mais que a inflação. Além disso, a Câmara aprovou a urgência de proposta de reforma tributária do Imposto de Renda por 278 a 158 votos, permitindo que o texto fure a fila e possa ser pautada em plenário imediatamente. E o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu notícia-crime enviada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito das fake news.

Às 9h41 desta quinta-feira, o dólar à vista caía 0,67%, a R$ 5,1513, após mínima a R$ 5,1228 (-1,21%) e máxima a R$ 5,1638 (-0,42%). O dólar futuro para setembro recuava 0,24%, a R$ 5,1745, após mínima a R$ 5,1380 (-0,94%) e máxima a R$ 5,1835 (-0,07%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV