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Dólar avança em linha com exterior e de olho em Trump após prisão de Bolsonaro

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O dólar opera em alta na manhã desta terça-feira, 5, após quedas recentes, acompanhando a valorização da divisa americana em meio à cautela dos investidores. O mercado olha a ata do Copom e repercute a prisão de Jair Bolsonaro e a tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros, que começa a vigorar nesta quarta-feira (6). Há temor de nova ofensiva de Donald Trump, em apoio a Bolsonaro, já que o tarifaço comercial decorreu de razão política.

No exterior, o foco está nos PMIs de serviços e na balança comercial dos EUA, que podem influenciar a política de juros do Fed.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou, nesta manhã, os dados de emprego divulgados pelo BLS e o presidente do Fed, Jerome Powell. Ele chamou a saída da diretora Adriana Kugler do Fed de "surpresa muito agradável", afirmou ter bons candidatos para o cargo e descartou o nome do secretário do Tesouro, Scott Bessente, para o Fed, dizendo que ele continuará em sua função atual.

O Conselho Estratégico da Camex autorizou o Ministério das Relações Exteriores a acionar o mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as medidas tarifárias impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Na ata da sua última reunião, o Copom reitera que as expectativas de inflação continuam acima da meta em todos os horizontes, reforça o compromisso com a ancoragem dessas expectativas.

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No exterior, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) dos países que integram a OCDE acelerou para 4,2% em junho, ante 4% em maio.

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